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Medicina e Saúde Ocupacional

Exames e Serviços

No Brasil, o exame ou teste psicotécnico é uma avaliação realizada por um psicólogo a fim de aprovar ou não um candidato a concurso ou à obtenção de determinada autorização, tal como a obtenção ou renovação da carteira de habilitação ou de porte de arma de fogo. Tradicionalmente, o teste aplicado no país é o “psicodiagnóstico miocinético” (PMK), uma variedade de teste psicológico criado pelo médico e psicólogo Emilio Mira y López. O teste consiste na avaliação de traços e desenhos feitos com lápis para a avaliação da personalidade, tratando-se portando de um teste projetivo.

 

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toxicologia é uma ciência multidisciplinar que tem como objeto de estudo os efeitos adversos das substâncias químicas sobre os organismos. Possui vários ramos, sendo os principais a toxicologia clínica, que trata dos pacientes intoxicados, diagnosticando-os e instituindo uma terapêutica mais adequada; a toxicologia experimental, que utiliza animais para elucidar o mecanismo de ação, espectro de efeitos tóxicos e órgão alvos para cada agente tóxico, além de estipular a DL50 e doses tidas como não tóxicas para o homem através da extrapolação dos dados obtidos com os modelos experimentais; e a toxicologia analítica, que tem como objetivo identificar/quantificar toxicantes em diversas matrizes, sendo estas biológicas (sangueurinacabelosalivavísceras, etc.) ou não (águaarsolo).

 

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Fonoaudiologia (português brasileiro) ou Terapia da fala e Audiologia (português europeu), antes denominada logopedia é a ciência que tem como objeto de estudo as funções biologicas e comportamentais envolvidas na comunicação humana. Essas funções incluem funções neurovegetativas (mastigação, deglutição e aspectos funcionais da respiração) e neurológicas, no que se refere ao seu desenvolvimento, aperfeiçoamento, distúrbios e diferenças, em relação aos aspectos envolvidos nas funções auditiva periférica e central, na função vestibular, na função cognitiva, na linguagem oral e escrita, na fala, na fluência, na voz, nas funções estomatognáticas, orofaciais e na deglutição.”[1]

O fonoaudiólogo é um profissional da saúde e atua em pesquisa, orientação, perícias, prevenção, avaliação, diagnóstico e tratamento fonoaudiológico na área da comunicação oral e escrita, voz, audição e equilíbrio, sistema nervoso e sistema estomatognático incluindo a região cérvicofacial. Este profissional tem ampla autonomia, não sendo subordinado ou mero auxiliar de outras áreas do conhecimento ou especialidades, pode atuar sozinho ou em conjunto com outros profissionais de saúde em clínicas, hospitais, centros especializados em diagnósticos, institutos gerais de perícia, centros de referência em saúde do trabalhador, como auxiliar do poder judiciário no âmbito das perícias judiciais que envolvem a área da audição, fala e linguagem, equilíbrio e demais áreas correlatas, nas esferas civil, trabalhista e criminal, em creches, escolas (comuns e especiais) e comunidades, incluindo o Programa de Saúde da Família, unidades básicas de saúde, unidades de referência para a média e alta complexidade de procedimentos do SUS, emissoras de rádio e televisãoteatro, atendimento domiciliar, empresas de próteses auditivas, indústrias, centros de habilitação e reabilitação, entre outros.

Existe ainda a Fonoaudiologia Forense, que é a atuação em processos judiciais que envolvam exames biométricos para identificação através de voz, fala, linguagem, marcha, face, escrita, postura e tudo o mais que se relaciona com realizações humanas.

Os registros mais antigos sobre como surgiu a fonoaudiologia são dos anos 30, onde problemas na linguagem em escolares eram discutidos pela medicina e a educação. Na década de 60, deu-se início ao ensino da Fonoaudiologia no Brasil, com a criação dos cursos da Universidade de São Paulo (1961), vinculado à Clínica de Otorrinolaringologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina, e da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1962), ligado ao Instituto de Psicologia. Ambos estavam voltados à graduação de tecnólogos em Fonoaudiologia, sendo que o primeiro currículo mínimo, fixando as disciplinas e a carga horária destes cursos, foi regulamentado pela Resolução n° 54/76, do Conselho Federal de Educação. Nos anos 70, tiveram início os movimentos pelo reconhecimento dos cursos e da profissão. Foram criados, então, os cursos em nível de bacharelado, e o curso da Universidade de São Paulo foi o primeiro a ter seu funcionamento autorizado, em 1977.[2]

 

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Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO é um procedimento legal estabelecido pela Consolidação das Leis do Trabalho, no Brasil, mediante a Norma Regulamentadora 7, visando proteger a Saúde Ocupacional dos trabalhadores.

Algumas de suas exigências básicas são a realização e registros dos seguintes exames em todos os empregados de uma empresa [1]:

  • Exame admissional;
  • Exame periódico;
  • Exame de retorno ao trabalho (após afastamento por doença ou acidente);
  • Exame de mudança de função;
  • Exame demissional.

O PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional) é o conjunto dos procedimentos que devem ser adotados pelas empresas com o objetivo de prevenir e diagnosticar precocemente os danos à saúde decorrentes do trabalho.

O PCMSO, só pode ser realizado por médicos dos serviços especializados em engenharia de segurança e medicina do trabalho, o SESMT da empresa, e executado por um coordenador responsável.

Para identificar esses riscos, ele deve ser compatível com o PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. O PCMSO foi criado em 29 de dezembro de 1994 com a reedição da NR 7 (Norma Regulamentadora 7), da Portaria 3.21478 do Ministério do Trabalho.

Ficam desobrigados de indicar médico coordenador as empresas de grau de risco 1 e 2, segundo o Quadro I da NR-4, com ate 25 empregados.

 

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Eletroencefalografia (EEG) é um método de monitoramento eletrofisiológico que é utilizado para registrar a atividade elétrica do cérebro. Trata-se de um método normalmente não-invasivo, com eletrodos colocados no couro cabeludo, muito embora haja alguns métodos utilizados em aplicações específicas que são invasivos. A EEG mede as flutuações de tensão resultante da corrente iônica dentro dos neurônios do cérebro.[1] Dentro de contextos clínicos, a EEG refere-se à gravação da atividade elétrica espontânea do cérebro durante um período de tempo,[1] como a registrada a partir de múltiplos eletrodos colocados sobre o couro cabeludo. Aplicativos de diagnóstico normalmente focam no conteúdo espectral da EEG, isto é, no tipo de oscilações neurais (popularmente chamadas de “ondas cerebrais”) que podem ser observadas em sinais de EEG. A maioria dos sinais cerebrais observados situam-se entre os 1 e 20 hertz.

A EEG é frequentemente utilizada para o diagnóstico de epilepsia, o que traz algumas anormalidades nas leituras dos exames de EEG.[2] Tais exames também são usados ainda para diagnosticar distúrbios do sono, comaespongiformes e a morte cerebral. A EEG é usada para como primeira opção de exame para diagnóstico de tumoresacidente vascular cerebral e outros distúrbios cerebrais,[3] mas esse último uso tem diminuído com o advento da alta-resolução anatômica de técnicas de imagem como a ressonância magnética (RM) e tomografia computadorizada (TC). Apesar das limitações de resolução espacial, a EEG continua a ser uma ferramenta valiosa para a investigação e o diagnóstico, especialmente quando é necessário um intervalo de resolução temporal na ordem de (o que não é possível com a tomografia computadorizada ou ressonância magnética).

Técnicas derivadas da EEG incluem potenciais evocados (PE), que por sua vez envolvem a média da EEG de tempo de atividade-bloqueada para a apresentação de um algum tipo de estímulo (visual, somatossensorial, ou auditivo). Evento-potenciais relacionados com (ERPs) referem-se à média de EEG respostas que são bloqueados para mais complexo o processamento de estímulos; esta técnica é usada na ciência cognitivapsicologia cognitiva, e psicofisiológicos de pesquisa.

 

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Um eletrocardiograma (identificado com as abreviações ECG e EKG[1]) é a reprodução gráfica da atividade elétrica do coração durante o seu funcionamento, registada a partir da superfície do corpo. A superfície do corpo humano e do animal emana pequenas correntes elétricas, que no indivíduo em repouso são identificadas nas contínuas despolarização e repolarização do coração; isto refere-se, basicamente, a toda a atividade elétrica que é registada ao nível do tronco.[2] Na verdade, os potenciais elétricos produzido pelo músculo cardíaco são a soma da quantidade mínima de electricidade gerada pelas células musculares cardíacas individuais.[3] Estas pequenas correntes são registadas através dum aparelho chamado eletrocardiógrafo, um dispositivo que foi modificado e aperfeiçoado por Willem Einthoven e Étienne-Jules Marey em 1903, e que deriva diretamente dum galvanómetro de corda.[3] Muitas das convenções estabelecidas por Einthoven subsistem nos dias de hoje e constituem a base para vários aspectos do ECG moderno.[3]

Graças à conversão da energia elétrica em energia mecânica, as variações eléctricas produzem o movimento de um mecanismo ou sistema de agulhas”.[4] A energia elétrica é devidamente amplificada, por forma a poder transcrever amplitudes grandes o suficiente que permitam a gravação de um sinal legível. As deflexões são impressas em papel, que se move a velocidade constante em contato com o sistema que reporta no papel as ondas que são registadas em função do tempo.[5] Simultaneamente com a oscilação vertical das linhas produzidas a partir de variações do potencial, o papel rola para a esquerda.[4] Esta sincronização permite reportar o movimento vertical sobre um plano horizontal, gravando as oscilações consoante o tempo.[2]

No ECG com 12 derivações, são colocados quatro eletrodos sobre os membros do paciente, e seis sobre o tórax. A magnitude total do potencial elétrico do coração é, então, medida a partir de doze ângulos diferentes (“derivações”) e é registada por um período de tempo (normalmente de dez segundos).[6] Desta forma, a amplitude e a direção geral da despolarização electrica do coração são capturados a qualquer momento e ao longo de todo o ciclo cardíaco.[7]

O eletrocardiograma é um exame de base simples e seguro, utilizado em numerosos contextos clínicos.[2] Para serem reportados o mais frequente é: medir a frequência e o ritmo dos batimentos cardíacos, verificar a dimensão e a posição das câmaras cardíacas (tal como ocorre na dextrocardia), detectar a presença de possíveis danos ao miocárdio ou ao sistema de condução, controlar os efeitos induzidos pelos medicamentos, bem como para verificar o bom funcionamento de um pacemaker.[8]

 

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Espirometria é um exame do pulmão, também conhecido como Prova de Função Pulmonar, Prova Ventilatória ou Exame do sopro. A espirometria permite o registro de vários volumes e dos fluxos de ar. A palavra espirometria vem do latim spirare = respirar + metrum = medida. O termo foi criado em 1789 quando cientistas investigavam uma forma de aferir o volume de oxigênio utilizado na respiração. Em linhas gerais, a espirometria mede a velocidade e a quantidade de ar que um indivíduo é capaz de colocar para dentro e para fora dos pulmões.

Trata-se de um exame não invasivo e indolor, porém em raras situações de potencial risco para o paciente devido às manobras forçadas ou quando a situação do paciente possa comprometer o resultado do exame.

O exame é realizado respirando-se pela boca através de um tubo conectado a um aparelho chamado espirômetro que é capaz de registrar o volume e a velocidade do ar respirado.

A interpretação deste exame exige conhecimento de fisiologia e da mecânica respiratória humana e de doenças relacionadas ao pulmão. Mediante avaliação, a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia certifica médicos pneumologistas a laudar os exames.

Pacientes com asma, DPOC, bronquite, bronquiectasia, enfisema, fibrose cística, sarcoidose ou fibrose pulmonar devem fazer espirometria periodicamente (de 3 em 3 meses, ou de 6 em 6 meses). O seu exame de espirometria serve para avaliar o efeito do tratamento médico em sua doença.

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O objetivo principal da avaliação audiológica é determinar a integridade do sistema auditivo, além de identificar tipo, grau e configuração da perda auditiva em cada orelha[1]. Segundo o Conselho Federal de Fonoaudiologia (CFFa), o fonoaudiólogo ou Audiologista possui amparo legal que garante sua atuação profissional de forma plena, ética e autônoma, ou seja, o fonoaudiólogo é um profissional especializado que pode realizar avaliação audiológica[2].

A audiometria tonal liminar (ATL) é utilizada para o disgnóstico audiológico, pois determina os limiares auditivos comparando os valores obtidos com os padrões de normalidade, usando como referência o tom puro[1]. Os limiares audiométricos encontrados devem ser dispostos e representados graficamente no audiograma, usando símbolos padronizados[3].

Para a realização da ATL, além da cabina tratada acusticamente, o fonoaudiólogo deve dispor de um audiômetro, onde fones de ouvidos estarão conectados para a pesquisa de limiares tonais por via aérea (VA) e um vibrador ósseo, para a pesquisa de limiares tonais por via óssea (VO). O paciente deve estar sentado dentro da cabina. Deve ser orientado a levantar a mão ou apertar um botão a cada vez que ouvir um som (apito), mesmo que este seja muito fraco. Geralmente o exame é iniciado pela melhor orelha. Caso o paciente não perceber diferenças, pode-se iniciar pela orelha direita[4].

 

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ASO é uma sigla para Atestado de Saúde Ocupacional, o documento avalia o estado de saúde de um profissional para saber se ele se pode ou não desempenhar determinada atividade ou função dentro de uma empresa.

Neste artigo, vamos apresentar mais aspectos sobre por que é importante para os empregadores conhecerem a fundo esse tipo de obrigação trabalhista. Acompanhe!

O que é ASO?

Na prática, o exame normalmente é feito por um médico especializado, sendo considerado um dos mais importantes documentos da medicina do trabalho nas empresas.Trata-se de uma avaliação feita para verificar o estado de saúde físico e mental de um trabalhador. Esse tipo de relatório mantém formalizado que ele passou por esse exame, ou seja, a empresa fica protegida ao se assegurar que, de fato, este colaborador está pronto para o trabalho.

Além disso, é válido ressaltar que, é obrigação do empregador custear esses exames médicos ocupacionais, sendo necessário que ele solicite ao colaborador que os façam.

Afinal, cuidar dos colaboradores é uma preocupação que deve ser constante para as empresas. E não falamos apenas de oferecer um bom ambiente de trabalho — isto é premissa básica. Diversos outros aspectos estão em pauta, como uma cultura organizacional forte, benefícios, desenvolvimento e crescimento profissional.

Neste cenário, a saúde dos profissionais também é um assunto que deve ser levado em consideração desde o momento de chegada na empresa. Além disso, manter os exames médicos ocupacionais em dia garante que o empregador siga à risca as exigências da legislação trabalhista.

Isso porque o ASO é rigorosamente regulamentado pela Norma Regulamentadora 7 (NR7), a qual estabelece como obrigatória a inserção de todos os colaboradores, de todos os tipos de empresas que possuem empregados contratados sob a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), no Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional, o PCMSO.

O programa é a base para a promoção da preservação da saúde dos profissionais em seu ambiente de trabalho, e é nele que estão especificadas as informações que devem constar no atestado de saúde operacional.

Existem diferentes tipos de exames médicos obrigatórios e ASO

Seguindo o que determina o artigo 168 da CLT, alguns exames médicos são obrigatórios para os profissionais que trabalham com carteira assinada. O descumprimento desta determinação pode acarretar em multas e processos para a empresa.

A seguir, vamos listar quais todos eles. Confira!

1. Exame admissional

Ele precisa ser realizado antes que os colaboradores iniciem suas atividades no empregador. Mesmo que sua função não ofereça riscos à sua saúde. Nessa primeira avaliação, o médico avaliará todo o histórico de saúde do profissional. O objetivo é identificar possíveis doenças, tratamentos em andamento e suas condições para ser submetido ao novo trabalho. Ao final do exame, será emitido o Atestado de Saúde Ocupacional. Este é o documento que comprova que o colaborador está apto a iniciar suas atividades na organização.

Além de identificar o quão apto seu novo colaborador está para o trabalho, o ASO também é importante para evitar que ele alegue ter contraído qualquer tipo de doença no ambiente de trabalho caso abra processo contra a empresa, por exemplo.

2. Exame periódico

Ele serve para acompanhar a saúde física e mental do profissional, ao longo dos anos de empresa. Pode detectar início de possíveis doenças, controlar e cuidar antecipadamente ou apenas concluir que a saúde do colaborador, no decorrer do tempo, continua estável para continuar realizando suas atividades normalmente. Para a realização desta avaliação, no entanto, é preciso se atentar a algumas regras:

  • Para colaboradores que realizem atividades expostas a alto risco o exame periódico deverá ser realizado a cada seis meses;
  • Os profissionais menores de 18 anos e acima de 45 anos de idade, que realizam atividades que podem acarretar em algum tipo de doença ou que contenham doenças crônicas, devem fazer o exame todos os anos;
  • Quem é maior de 18 anos e menor de 45 anos de idade, que não apresenta nenhum risco ou doenças apresentadas anteriormente, pode fazer os exames a cada dois anos.

Conforme o resultado da avaliação clínica no ASO, o médico poderá solicitar um prazo diferente para a realização de um novo exame como forma de acompanhamento daquele colaborador em específico. Ou ainda, em caso de negociações com o sindicato, o prazo para a realização dessas avaliações pode ser diferenciado. Caso não ocorra nenhuma destas observações, os prazos mencionados acima, presentes na NR 7 deverão ser cumpridos.

3. Exame de alteração de função

Quando um profissional é  realocado de função ou de área, o exame de mudança de função também é necessário. O objetivo é averiguar suas condições de trabalho para sua nova atividade. Principalmente se essa alteração apresentar riscos diferentes da atividade anterior.

4. Exame demissional

Deve ser realizado quando o colaborador é desligado da empresa. Esse ASO pode ser feito no mesmo dia ou um dia após sua demissão. O objetivo deste exame é compará-lo ao admissional para descobrir se houve danos causados ao profissional devido as suas atividades realizadas na organização, no decorrer do tempo.

O exame demissional não precisa ser feito somente em duas hipóteses:

  • Caso o trabalhador tenha efetuado exame médico ocupacional em período inferior a 135 dias para empresas em graus de risco 1 e 2;
  • Ou tenha efetuado exame médico ocupacional em período inferior a 90 dias para empresas em graus de risco 3 e 4.

Para saber qual o nível de risco das atividades, você pode fazer uma consulta na Norma regulamentadora 4. Busque pelo CNAE principal da sua empresa.

5. Exame de retorno ao trabalho como ASO

Quando o empregador possui colaboradores que estejam afastados por mais de 30 dias, o exame de retorno ao trabalho é aplicado. Ele é responsável por identificar as condições psicológicas e físicas do profissional para seu retorno ao trabalho. O afastamento pode ter ocorrido por diversos motivos, como acidente, doença, licença maternidade e acidente de trabalho.

6. Exame complementar

Este ASO é necessário quando o médico do trabalho responsável identifica a necessidade de analisar e estudar com outras avaliações mais acuradas as condições de determinado trabalhador, especialmente quando sua atividade apresentar riscos ou estipulados pelo PCMSO.  São alguns exemplos de exames complementares:

  • Audiometria

A avaliação é feita para verificar possíveis falhas ou perdas de audição.

  • Radiografia

Quem estipulará o tipo de radiografia mais indicada para determinada função é o médico do trabalho, a fim de avaliar a estrutura interna do corpo do profissional.

  • Espirometria

Normalmente é realizado em profissionais que ficarão expostos a poeira por muito tempo. Irá mensurar e identificar possíveis problemas de saúde em seus pulmões, antes de iniciar suas atividades que possam agravar o problema

 

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Engenharia e Segurança do Trabalho

Cursos, Palestras e Treinamentos

O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) é um conjunto de ações visando à preservação da saúde e da integridade/segurança dos trabalhadores, através de etapas que visam a antecipação, reconhecimento, avaliação (qualitativa / quantitativa) e consequente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho, tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais.

No Brasil a legislação do trabalho obriga todas as empresas públicas e privadas a elaborarem e implementarem o PPRA, além de manter um documento-base de registro dessas ações, que incluem:

  • levantamento dos riscos;
  • planejamento anual com estabelecimento de metas e prioridades;
  • cronogramas;
  • estratégia e metodologia de ação;
  • forma do registro, manutenção e divulgação dos dados;
  • periodicidade e forma de avaliação do desenvolvimento do PPRA.

O PPRA foi estabelecido pela Secretaria de Segurança e Saúde do Trabalho, do Ministério do Trabalho, por meio da Norma Regulamentadora NR9, Portaria 3214/78, com objetivo de definir uma metodologia de ação para garantir a preservação da saúde e integridade dos trabalhadores face aos riscos existentes nos ambientes de trabalho.

São considerados riscos ambientais os agentes físicos, químicos e biológicos. São considerados fatores de riscos ambientais a presença destes agentes em determinadas concentrações ou intensidade. O tempo máximo de exposição do trabalhador a esses agentes é determinado por limites pré estabelecidos presentes em normalização nacional ou internacional. Na ausência de limites quantitativos, o enquadramento ocorre por parâmetros qualitativos presentes na legislação.

Este programa deve estar articulado com outras normas presentes na Portaria 3214/78, tais como: NR7-PCMSO, NR5-CIPA, NR6-EPI, NR15-Insalubridade, etc.

 

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Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) é, segundo a legislação brasileira[1], uma comissão constituída por representantes indicados pelo empregador e membros eleitos pelos trabalhadores, de forma paritária, em cada estabelecimento da empresa, que tem a finalidade de prevenir acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador.

Características

A CIPA tem suporte legal no artigo 163 da Consolidação das Leis do Trabalho e na Norma Regulamentadora nº 5 (NR 5), aprovada pela Portaria nº 08/99 [2], da Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego. A NR-5 trata do dimensionamento, processo eleitoral, treinamento e atribuições da CIPA.[2]

As empresas devem constituir Comissão Interna de Prevenção de Acidentes nos estabelecimentos que se enquadrem no Quadro I [2] da NR 05, de acordo com a atividade econômica e o número de empregados.

A CIPA deverá ter mandato de um ano, e ser assim constituída: igual número de representantes do empregador (indicados pela empresa) e de representantes dos empregados (eleitos); o presidente da CIPA deve ser escolhido pela empresa, dentre os membros por ela indicados; o vice-presidente da CIPA deve ser eleito dentre os representantes eleitos titulares, em eleição de que participam todos os representantes eleitos, inclusive os suplentes; o secretário da CIPA pode ser escolhido entre os membros da Comissão ou até mesmo ser um funcionário que dela não faça parte, mas seu nome precisa ser necessariamente aprovado por todos os “cipeiros”, eleitos e indicados. Cabe ao presidente e ao vice-presidente da CIPA mediar conflitos, elaborar o calendário de reuniões ordinárias e constituir comissão eleitoral para regular o processo de eleição da CIPA subsequente. Cabe ao secretário da CIPA elaborar as atas das reuniões ordinárias da Comissão.

A documentação referente o processo eleitoral da CIPA, incluindo as atas de eleições e de posse e o calendário anual das reuniões ordinárias, deve ficar nas dependências da empresa á disposição da fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego.

A CIPA não poderá ter seu número de representantes reduzido, bem como não poderá ser desativada pelo empregador antes do término do mandato de seus membros, ainda que haja redução do número de empregados da empresa, exceto no caso de encerramento das atividades do estabelecimento.(Alterado pela portaria SIT n° 247, de 12 de julho de 2011.) Quando o estabelecimento não se enquadra na obrigatoriedade de constituição de CIPA, é exigida a designação de uma pessoa com o treinamento específico, para desempenhar as atribuições da comissão.

Atuação

O objetivo da CIPA é “observar e relatar as condições de risco nos ambientes de trabalho e solicitar medidas para reduzir até eliminar os riscos existentes e/ou neutralizar os mesmos…” Sua missão é, portanto, a preservação da saúde e integridade física dos trabalhadores.

Seu papel mais importante é o de estabelecer uma relação de diálogo e conscientização, de forma criativa e participativa, entre gerentes e empregados, em relação à forma como os trabalhos são realizados, objetivando sempre melhorar as condições de trabalho, visando a humanização do trabalho. Não obstante, a CIPA é um órgão supra corporativo e independente, não subordinado a nenhuma área da empresa nem a nenhum funcionário desta.

Garantia de emprego

A Consolidação das Leis do Trabalho e a Constituição Federal brasileira garantem aos membros titulares da CIPA eleitos (os representantes dos empregados) dois anos de estabilidade no emprego, durante os quais só poderão ser desligados através de demissão por justa causa. O período de estabilidade, na verdade, tem uma duração um pouco maior do que dois anos: vai do momento de registro da candidatura do empregado à CIPA até um ano após o término de seu mandato.

Hoje é reconhecida também a estabilidade do suplente eleito, conseguida através de jurisprudência. O membro titular perderá o mandato, sendo substituído por suplentes, quando faltar a mais de quatro reuniões ordinárias sem justificativa.

 

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Equipamento de proteção individual (EPI) é qualquer meio ou dispositivo destinado a ser utilizados por uma pessoa contra possíveis riscos ameaçadores da sua saúde ou segurança durante o exercício de uma determinada atividade. Um equipamento de proteção individual pode ser constituído por vários meios ou dispositivos associados de forma a proteger o seu utilizador contra um ou vários riscos simultâneos. O uso deste tipo de equipamentos só deverá ser contemplado quando não for possível tomar medidas que permitam eliminar os riscos do ambiente em que se desenvolve a atividade. [1]

Normativas europeias (aplicáveis em Portugal)

Capacete com viseira e protetor auricular

Na União Europeia este tipo de equipamentos está abrangido pelas seguintes directivas:

  • Directiva 89/686/CEE, de 21 de Dezembro, modificada pelas directivas
    • 93/68/CEE
    • 93/95/CEE
    • 96/58/CE

Em Portugal estas directivas foram transpostas para a legislação nacional através dos seguintes diplomas legais:

  • Decreto-Lei 128/93, de 22 de Abril;
  • Decreto-Lei 348/93, de 14 de Novembro;
  • Portaria 1131/93, de 4 de Novembro;
  • Decreto-Lei 139/95, de 14 de Junho;
  • Portaria 109/96, de 10 de Abril;
  • Portaria 695/97, de 19 de Agosto;
  • Decreto-Lei 374/98, de 24 de Novembro.

Normativas brasileiras

Óculos de proteção

No Brasil, a legislação básica sobre EPI é a Norma Regulamentadora No. 6 (Equipamento de proteção individual), aprovada pela Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978 06/07/78 e atualizada por diversas portarias subsequentes.[2]

O órgão público responsável pela regulamentação das normas sobre os EPIs é o MTE Ministério do Trabalho e Emprego. Atualmente vários outros órgãos auxiliam na auditoria e na concessão de CAs – Certificados de Aprovação.

Tipos de EPI

Máscara facial com insuflamento de ar

Os EPI podem dividir-se em termos da zona corporal a proteger:

Os protetores auriculares, conhecidos também por dispositivo de proteção auditiva, têm por finalidade diminuir os riscos existentes no ambiente e prevenir possíveis doenças ocupacionais, protegendo o indivíduo, externamente, de elementos como frio, intrusão por água e outras condições ambientais, detritos ou especificamente contra ruído,[3] utilizado nesse aspecto, na prevenção da perda auditiva induzida por ruído (PAIR) que ocorre devido a exposição a elevados níveis de pressão sonora, como é o caso da exposição ocupacional.[4][5]

  • Proteção respiratória
    • Máscaras; aparelhos filtrantes próprios contra cada tipo de contaminante do ar: gases, aerossóis por exemplo.
    • Respiradores faciais completo
    • Respiradores semifaciais
    • Respiradores descartáveis dobráveis
    • Respiradores semi-descartáveis
  • Proteção ocular e facial
  • Proteção de mãos e braços
    • Luvas, feitas em diversos materiais e tamanhos conforme os riscos contra os quais se quer proteger: mecânicos, químicos, biológicos, térmicos ou elétricos.
  • Proteção de pés e pernas
    • Sapatoscoturnosbotastênis, apropriados para os riscos contra os quais se quer proteger: mecânicos, químicos, elétricos e de queda
  • Proteção contra quedas
  • Proteção do tronco
 

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Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP) é um documento histórico-laboral que contém várias informações relativas às atividades do trabalhador na empresa, dados administrativos e resultado de monitoração biológica e ambiental. É um documento apresentado em formulário instituído pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), contendo informações detalhadas sobre as atividades do trabalhador, exposição a agentes nocivos à saúde e outras informações de caráter administrativo.

O primeiro modelo do formulário foi apresentado no Anexo XV da Instrução Normativa nº 84 do INSS, de 17/12/2002. Esse modelo foi aprimorado e sua versão final pode ser obtida no sítio da Previdência, no anexo XV, da Instrução Normativa INSS/PRES nº 45, de 06 de agosto de 2010.

Objetivo

O objetivo do PPP é apresentar, em um só documento, o resumo de todas as informações relativas à fiscalização do gerenciamento de riscos e à existência de agentes nocivos no ambiente de trabalho, além de ser o documento que orienta o processo de reconhecimento de aposentadoria especial, podendo também ser usado para caracterizar o nexo técnico em caso de acidente de trabalho.

As informações para o PPP devem ser extraídas do Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho (LTCAT), do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA), do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) e do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO).

A exigência da apresentação do LTCAT será dispensada a partir de 1º de janeiro de 2004, data da vigência do PPP, devendo, entretanto, permanecer na empresa à disposição da Previdência Social. Entretanto, para períodos laborados até 31 de dezembro de 2003, aceita‐se o DIRBEN-8030 (antigo SB-40, DISES-BE 5235, DSS-8030) emitido até essa data.

Quando o PPP for apresentado contemplando períodos laborados até 31 de dezembro de 2003, não é necessária a apresentação do DIRBEN-8030 (antigo SB-40, DISES-BE 5235, DSS-8030). O PPP é um documento oficial que deve ser obrigatoriamente[1] entregue ao funcionário quando da sua demissão e também quando solicitado por fiscais da Previdência Social.

A entrega do PPP ao funcionário deve ser contra recibo.

 

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prevenção e combate a incêndios surge desde a pré-história, quando o homem começa a controlar o fogo, inicialmente obtido da natureza, como na queda de raios, por exemplo.

Durante sua evolução, descobriu como obtê-lo e utilizou-se de seus préstimos para inúmeras atividades, dentre elas: aquecimento, preparo de alimentos, têmpera de metais, etc.

Mas o fogo, que tantos préstimos faz ao homem, é uma força imensa que deve ser controlada. Quando perde o controle sentimos os seus efeitos destruidores, denominados incêndios (sinistros).

Temos hoje a elaboração de normas e leis sobre edificações e suas ocupações, controle de materiais combustíveis e inflamáveis, controle de manutenção para máquinas e equipamentos em geral e sistemas eléctricos, além de inspecções de risco, com o objetivo de detectar situações propícias para o surgimento e alastramento de um incêndio; instalação de sistemas e equipamentos que permitam o combate rápido a princípios de incêndio, treinamento de pessoas no uso desses equipamentos e nos procedimentos de abandono das edificações sinistradas.

A consciência de prevenção de incêndios deve partir do lar, onde as crianças devem ser instruídas sobre os riscos do fogo, os perigos de brincadeiras com fogos de artifícios e balões, riscos elétricos, riscos dos produtos químicos domésticos, entre outros.

No Brasil temos base Legal de prevenção de incêndios ditada pela Portaria 3.214/78 – Norma Regulamentadora 23 do Ministério do Trabalho e Emprego, além de Leis Estaduais e Municipais.

Grande parte das normas utilizadas no Brasil e no mundo, para prevenção de incêndios no tocante a equipamentos, sistemas e treinamentos, são originárias da N.F.P.A. – National Fire Protection Association dos EUA, organismo norte americano de estudos e normatização de assuntos relacionados a incêndios e a prevenção destes.

Diversos outros organismos internacionais tratam o assunto incêndio com elaboração de normas e diretrizes. No Brasil temos a ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas como principal elaboradora das normas nacionais.

 

ProjetarMED

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De acordo com a Lei Estadual nº 14.130/2001 e Decreto Estadual nº 46.595/2014, toda edificação destinada ao uso coletivo deve ser regularizada junto ao Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais CBMMG. Esta regularização visa garantir à população a segurança mínima contra incêndio e pânico nas edificações.

O AVCB – Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros é o documento que comprova que a edificação possui condições seguras para abandono em caso de pânico, acesso fácil para o Corpo de Bombeiros, além de equipamentos para combate a incêndio.

 

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Entenda o PCMAT e sua regulamentação na NR-18

PCMAT (Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção Civil) é um documento completo e minucioso cuja ideia central é prevenir acidentes de trabalho em todas as esferas do segmento. Ele é amparado pela Norma Regulamentadora de número 18 (NR-18), que é voltada ao setor de construção civil e estabelece parâmetros mínimos de segurança nos canteiros de obras.

Cada detalhe é muito importante quando tratamos sobre gestão da segurança no setor de edificações, já que há riscos diferentes em todas as etapas de uma obra.

Conheça um pouco mais sobre o PCMAT e saiba por que o programa é tão essencial.

Onde o PCMAT se inclui na NR-18?

Nosso assunto central é o PCMAT, mas não podemos começar de outra forma a não ser explicando brevemente o que é a NR-18.

Toda norma regulamentadora (NR) estabelece ordens para assegurar os processos do meio ambiente de trabalho. No caso da número 18, o foco é na indústria de construção e na segurança das atividades do segmento.

E qual é o impacto disso na prática?

O setor é um dos que mais empregam no Brasil. Por outro lado, também é um dos que mais registram acidentes. Anualmente, são cerca de 450 mortes nos canteiros de obras pelo país.

Não vamos nos ater às causas (mesmo porque são várias), mas um fato importante é que as empresas passaram a considerar a prevenção de acidentes de trabalho em obras algo imprescindível.

No Brasil, isso começou a ser aplicado através das NRs — como a NR-18, que trata da segurança em canteiros de edificações. O PCMAT, inclusive, é regulamentado por ela, por meio da Portaria 3.214, de 1978.

No linguajar mais popular, é como se o programa fosse um “braço” da NR-18.

O que é o PCMAT e a quem ele é destinado?

Esse documento tem como função estabelecer procedimentos de ordem administrativa, planejamento e organização para que medidas de controle e sistemas preventivos sejam implantados com eficiência em todos os processos da construção.

A definição parece complexa, mas é fácil entendê-la: o que o PCMAT faz é compilar os parâmetros de segurança que devem ser seguidos em uma obra.

O objetivo é claro: antecipar e evitar possíveis riscos. Tudo é parte de um conglomerado de estratégias estipuladas para dificultar a ocorrência de acidentes de trabalho e o aparecimento de doenças ocupacionais.

Especificamente sobre a destinação dessas regras, são voltadas a todas as construções que possuam 20 operários ou mais — isso está descrito na NR-18. Já para as edificações que empreguem 19 colaboradores ou menos, a indicação é o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA).

O PCMAT precisa ser colocado em prática antes de as atividades começarem, obviamente, e não tem data de validade definida. Com o tempo, no entanto, ele precisa passar por uma reavaliação global.

Essa análise deve ser realizada observando, especialmente, o desenvolvimento da obra e as medidas tomadas durante o processo — além da necessidade de ajustes, com a criação de novas metas e prioridades de segurança.

Registros e documentos necessários para o PCMAT

São seis os principais documentos que integram o PCMAT, de acordo com a NR-18. Confira cada um deles:

  1. Memorial sobre condições e meio ambiente de trabalho de tarefas e operações (riscos de acidentes e doenças ocupacionais, medidas preventivas);
  2. Projeto de execução de proteções coletivas, conforme as etapas da edificação;
  3. Especificações técnicas das proteções coletivas e individuais utilizadas;
  4. Cronograma de implantação das medidas preventivas definidas no PCMAT (também de acordo com os estágios da construção);
  5. Layout inicial e atualizado do canteiro de obras (previsão de dimensionamento das áreas de vivência);
  6. Programa educativo contemplando a temática da prevenção de acidentes (com carga horária).

O profissional responsável pela elaboração do programa pode se munir de várias formas para produzi-lo: recorrendo à verificação “in loco”, a entrevistas, a registros escritos e fotográficos, a filmagens, à planta do lugar, etc.

Esse PCMAT deve ser guardado, pelo menos, por 20 anos. O armazenamento deve ser no local de origem do projeto, à disposição de todos os interessados e da fiscalização.

Em termos de vistoria, a interna (também chamada de preventiva) é uma incumbência do setor de Engenharia de Segurança do Trabalho. A inspeção externa (que pode acarretar punições) é feita pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA).

Quem pode elaborar os documentos do PCMAT

Trouxemos esse assunto porque ele ainda é alvo de dúvidas para muitas pessoas.

Conforme informações da NR-18, no item 18.3.2, o PCMAT deve ser arquitetado por um profissional legalmente habilitado na área de Segurança do Trabalho. No entanto, aqui, cabe uma ressalva importante: a NR-18 não especifica claramente quem pode produzir o programa. O que consta é somente essa afirmação genérica.

Portanto, a pergunta que fica é: um técnico em Segurança no Trabalho se encaixa nesse perfil?

Para responder essa questão, o Ministério do Trabalho publicou a Norma Técnica 96/2009, afirmando que apenas engenheiros de segurança do trabalho devidamente registrados no sistema CREA ou no Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA) podem desenvolver um PCMAT.

Levando em conta, portanto, que um profissional habilitado vá produzir o documento, é preciso saber que a implementação das ações descritas nele é de responsabilidade do empregador.

O PCMAT é mesmo eficiente?

Na opinião de especialistas da Construção, não restam dúvidas de que o PCMAT seja eficiente e sirva, entre outras coisas, como uma base de controle histórico para melhorar e aprimorar as condições de trabalho.

Para se ter uma ideia de sua importância, o programa foi justamente criado para a área de edificações, e passou, mais tarde, a contemplar situações desse tipo em outros segmentos.

Ainda tem perguntas sobre essas regulamentações? Entendê-las é essencial para resguardar seus empreendimentos. Deixe suas questões nos comentários!

 

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Então, a sigla LTCAT significa Laudo Técnico das Condições do Ambiente de Trabalho. Trata-se de um documento estabelecido e adotado pelo Instituto Nacional do Seguro Social – INSS na comprovação da exposição aos agentes ambientais nocivos à saúde ou à integridade física do trabalhador.

Objetivo do LTCAT

Conforme, estabelece o art. 58 da lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, que dispõe sobre os planos de benefícios da previdência social, o Laudo Técnico das Condições do Ambiente de Trabalho – LTCAT tem como objetivo identificar a exposição aos agentes físicos, químicos, biológicos ou a associação de agentes prejudiciais à saúde ou à integridade física do trabalhador, para fins de concessão da aposentadoria especial.

Portanto, é importante ressaltar que o LTCAT não possui a finalidade de caracterização e classificação da insalubridade e periculosidade, em atendimento as normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego – MTE.

Quem pode elaborar o LTCAT?

De acordo, a lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991 e a Instrução Normativa INSS/PRES nº 45, de 06 de agosto de 2010, o LTCAT deve ser elaborado e assinado pelo engenheiro de segurança do trabalho ou o médico do trabalho, devidamente habilitados em seus respectivos conselhos de classe, Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura – CREA e Conselho Regional de Medicina – CRM.

Conteúdo do LTCAT

Segundo, o parágrafo II da lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, o LTCAT deve conter informações sobre a existência de tecnologia de proteção coletiva ou individual que diminua a intensidade do agente agressivo a limites de tolerância e recomendações sobre a sua adoção no respectivo estabelecimento.

Além disso, o art. 247 da instrução normativa INSS/PRES nº 45, de 06 de agosto de 2010, estabelece que na análise do Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho – LTCAT seja observado os seguintes aspectos:

  • I – se individual ou coletivo;
  • II – identificação da empresa;
  • III – identificação do setor e da função;
  • IV – descrição da atividade;
  • V – identificação de agente nocivo capaz de causar dano à saúde e integridade física, arrolado na Legislação Previdenciária;
  • VI – localização das possíveis fontes geradoras;
  • VII – via e periodicidade de exposição ao agente nocivo;
  • VIII – metodologia e procedimentos de avaliação do agente nocivo;
  • IX – descrição das medidas de controle existentes;
  • X – conclusão do LTCAT;
  • XI – assinatura do médico do trabalho ou engenheiro de segurança; e
  • XII – data da realização da avaliação ambiental.

Os programas estabelecidos pelo Ministério do Trabalho, como o PPRA, o PCMSO, o PGR e o PCMAT servirão de base técnica e legal para a elaboração do LTCAT e o PPP.

Disponibilidade do LTCAT

O Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho – LTCAT não precisa ser levado ao INSS, no entanto deve estar sempre atualizado e disponível na empresa para análise dos Auditores Fiscais da Previdência Social.

Além disso, a instrução normativa INSS/PRES nº 45, de 06/08/2010, especificamente nos Art. 254 e 256, dispõem a possibilidade do PPRA, o PGR, o PCMAT e o PCMSO, devidamente atualizados, serem aceitos pelo INSS desde que contenham os elementos informativos básicos constitutivos do LTCAT, ou seja, estes documentos poderão substituir o LTCAT, perante o Instituto Nacional do Seguro Social – INSS.

No entanto, o LTCAT não poderá substituir o PPRA, o PCMSO, o PCMAT e o PGR para o atendimento das Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego – MTE.

Qual a Penalidade para as Empresas que não possuem o LTCAT?

Conforme, o Decreto nº 3.048, de 06 de maio de 1999, no seu Art. 283, Capitulo III estabelece que:

“Art. 283.  Por infração a qualquer dispositivo das Leis nos 8.212 e 8.213, ambas de 1991, e 10.666, de 8 de maio de 2003, para a qual não haja penalidade expressamente cominada neste Regulamento, fica o responsável sujeito a multa variável de R$ 636,17 (seiscentos e trinta e seis reais e dezessete centavos) a R$ 63.617,35 (sessenta e três mil, seiscentos e dezessete reais e trinta e cinco centavos), conforme a gravidade da infração, aplicando-se-lhe o disposto nos arts. 290 a 292, e de acordo com os seguintes valores:”

I – a partir de R$ 636,17 (seiscentos e trinta e seis reais e dezessete centavos) nas seguintes infrações:

[…]

h) deixar a empresa de elaborar e manter atualizado perfil profissiográfico abrangendo as atividades desenvolvidas pelo trabalhador e de fornecer a este, quando da rescisão do contrato de trabalho, cópia autêntica deste documento; (Incluída pelo Decreto nº 4.862 de 21/10/2003 – DOU DE 22/10/2003)

II – a partir de R$ 6.361,73 (seis mil trezentos e sessenta e um reais e setenta e três centavos) nas seguintes infrações:

[…]

n) deixar a empresa de manter laudo técnico atualizado com referência aos agentes nocivos existentes no ambiente de trabalho de seus trabalhadores ou emitir documento de comprovação de efetiva exposição em desacordo com o respectivo laudo. (Nova redação dada pelo Decreto nº 6.722, de 30/12/2008)

(*) Nota: Valor atualizado pela Portaria MPS nº 727, de 30 de maio de 2003, a partir de 1º de Junho de 2003, conforme a gravidade da infração, a multa variável de R$ 991,03 (novecentos e noventa e um reais e três centavos) a R$ 99.102,12 (noventa e nove mil cento e dois reais e doze centavos).

Dessa forma, verifica-se a importância de se manter sempre atualizado o LTCAT e o PPP, assim como os programas (PPRA, o PGR, o PCMAT e o PCMSO).

Validade do LTCAT

O prazo de validade do LTCAT é indeterminado, porém deve ser atualizado pelo menos uma vez ao ano ou sempre que ocorrer qualquer alteração no ambiente de trabalho ou em sua organização.

É importante destacar que não existe um modelo padrão de LTCAT. No entanto, é necessário mantê-lo sempre atualizado e a disposição das autoridades competentes.

 

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Avaliação ambiental consiste na avaliação de um determinado local com a aplicação de diferentes metodologias, visando gerar um diagnóstico ambiental, geralmente descrevendo os níveis de contaminaçãodistúrbio ou preservação de uma determinada área. Como qualquer processo avaliativo, a avaliação ambiental é fundamentada em critérios ou referenciais de qualidade que permitirão classificar o ambiente sob avaliação em função de seu grau de conservação, contaminação ou qualidade.

A avaliação ambiental inclui a avaliação de impacto ambiental, a avaliação ambiental estratégica, a avaliação de desempenho ambiental, a arbitragem e peritagem ambientais e a avaliação e gestão de riscos ambientais.

A primeira etapa de uma avaliação ambiental preliminar é a identificação de áreas potencialmente impactantes (APIs) no interior do site alvo da investigação. Define-se como API “local onde são manipuladas ou foram manipuladas substâncias, cujas características físico-químicas, biológicas e toxicológicas possam causar danos aos bens a proteger” (CETESB, 1999). Uma avaliação ambiental preliminar é composta pelas seguintes etapas:

  • Levantamento e análise de Documentação;
  • Inspeção de reconhecimento e entrevistas;
  • Elaboração do modelo conceitual de investigação.
 

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No Brasil, os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho – SESMT são desempenhados por equipe de profissionais, contratados pelas empresas, com a finalidade de promover a saúde e proteger a integridade física dos trabalhadores.[1]

O SESMT está estabelecido no artigo 162 da Consolidação das Leis do Trabalho e é regulamentado pela Norma Regulamentadora 04 da República Federativa do Brasil[1]

Dependendo da quantidade de empregados e da natureza das atividades, o serviço pode incluir os seguintes profissionais: [1]

 

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Consultoria e Serviços Ambientais

Consultoria | Licenças | Laudos | Serviços

licenciamento ambiental é um instrumento utilizado pelo Brasil com o objetivo de exercer controle prévio e de realizar o acompanhamento de atividades que utilizem recursos naturais, que sejam poluidoras ou que possam causar degradação do meio ambiente. Este instrumento, o licenciamento ambiental, é um processo administrativo que resulta, ou não, na emissão de uma licença ambiental. Foi introduzido no país com a lei da Política Nacional do Meio Ambiente, em 1981.

Da forma como ocorre no Brasil, o licenciamento ambiental pode ser considerado único no mundo, pois engloba três tipos de licença (licença prévia, licença de instalação e licença de operação) que cobrem desde o planejamento até a execução da atividade regulada, englobando todos os aspectos tanto do ambiente natural (meio físico e meio biótico) como do ambiente humano (meio social e meio econômico)[1]. Outro ponto singular é a inclusão da avaliação de impactos ambientais (por meio do estudo de impacto ambiental ou de outros tipos de estudos menos exigentes) dentro deste processo, desde que foi criado[1].

O processo brasileiro foi inspirado nas licenças de controle da poluição do ar e da água, emitidas de forma específica para estes fins em países do hemisfério norte, como as previstas no Clean Air Act e no National Polluant Discharge Elimination System Permit Program, ambas norte-americanas[1]. A diferença é que as licenças ambientais brasileiras são globais, unificando em um certificado todas as medidas de proteção ambiental necessárias a determinado projeto.

Como política pública , o licenciamento ambiental é um instrumento de comando e controle que visa promover o desenvolvimento econômico, mantendo a qualidade do meio ambiente e a viabilidade social, com o objetivo final de promover o desenvolvimento sustentável.

ProjetarMED

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Mamography

Specialized X-rays of the breast to aid in the early detection of breast cancer. A yearly mammogram is recommended for women age 40 and older.

Reproductive Endocrinology

Care and treatment for couples having difficulties conceiving a child. Conventional therapies such as medication and surgery can help your dreams of parenthood come true. Our partnership with Mayo Clinic allows us to provide referrals when advanced reproductive techniques are required.

Integrative Medicine

Alternative therapies stemming from the premise the mind, body and spirit function as one and addressing all promotes healing.

Chemical Dependency Treatment

Care for people with alcohol and other drug addictions. All treatment plans are individualized, ensuring that each person’s unique needs are met to promote healing and recovery. Dignity and respect are foundational values that guide our work.

Physical Therapy

Therapeutic care to restore movement and function to people disabled by disease or injury. Care may include exercise, training in activities of daily living and education. Our team works in collaboration with other specialties to offer comprehensive care and quickly restore you to your optimal health.

(+555) 959-595-959

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licenciamento ambiental é um instrumento utilizado pelo Brasil com o objetivo de exercer controle prévio e de realizar o acompanhamento de atividades que utilizem recursos naturais, que sejam poluidoras ou que possam causar degradação do meio ambiente. Este instrumento, o licenciamento ambiental, é um processo administrativo que resulta, ou não, na emissão de uma licença ambiental. Foi introduzido no país com a lei da Política Nacional do Meio Ambiente, em 1981.

Da forma como ocorre no Brasil, o licenciamento ambiental pode ser considerado único no mundo, pois engloba três tipos de licença (licença prévia, licença de instalação e licença de operação) que cobrem desde o planejamento até a execução da atividade regulada, englobando todos os aspectos tanto do ambiente natural (meio físico e meio biótico) como do ambiente humano (meio social e meio econômico)[1]. Outro ponto singular é a inclusão da avaliação de impactos ambientais (por meio do estudo de impacto ambiental ou de outros tipos de estudos menos exigentes) dentro deste processo, desde que foi criado[1].

O processo brasileiro foi inspirado nas licenças de controle da poluição do ar e da água, emitidas de forma específica para estes fins em países do hemisfério norte, como as previstas no Clean Air Act e no National Polluant Discharge Elimination System Permit Program, ambas norte-americanas[1]. A diferença é que as licenças ambientais brasileiras são globais, unificando em um certificado todas as medidas de proteção ambiental necessárias a determinado projeto.

Como política pública , o licenciamento ambiental é um instrumento de comando e controle que visa promover o desenvolvimento econômico, mantendo a qualidade do meio ambiente e a viabilidade social, com o objetivo final de promover o desenvolvimento sustentável.

Tipos de licenças ambientais

Licenças Ambientais

As licenças ambientais podem ser emitidas isolada ou sucessivamente, dependendo do tipo de atividade a ser licenciada.

  • Licença Prévia (LP) – Deve ser obtida enquanto se projeta a atividade. Esta licença certifica que o empreendimento é viável ambientalmente, avaliando sua localização e proposta. Quando se trata de empreendimentos de maior impacto ambiental, é necessária a realização do estudo de impacto ambiental.
  • Licença de Instalação (LI) – Deve ser obtida antes da construção do empreendimento, certificando que o projeto finalizado está de acordo com a legislação ambiental. Autoriza a construção do empreendimento.
  • Licença de Operação (LO) – Certifica que o empreendimento foi construído de acordo com o previsto no projeto, sob o ponto de vista ambiental. Autoriza que a atividade se inicie.
  • Licença de Pesquisa Sísmica (LPS) – Autoriza pesquisas sísmicas marítimas e em zonas de transição e estabelece condições, restrições e medidas de controle ambiental que devem ser seguidas pelo empreendedor para realizar essas atividades.

Autorizações Ambientais

As autorizações ambientais são concedidas dentro do processo de licenciamento, dependendo do que é necessário ser feito para cada tipo de projeto.

  • Autorização de Supressão da Vegetação (ASV) – Deve ser obtida quando é necessário derrubar vegetação natural.
  • Autorização de Coleta, Captura e Transporte de Material Biológico (Abio) – Deve ser obtida quando for necessário manipular animais silvestres. São muitos os empreendimentos de grande porte que necessitam essa autorização, pois é necessário efetuar um levantamento da fauna local antes de sua implantação.

Órgãos responsáveis pelo processo de licenciamento ambiental

Dependendo de como o empreendimento afeta o meio ambiente, baseando-se principalmente na abrangência territorial de seus impactos, diferentes órgãos ambientais estatais podem emitir licenças. O processo de licenciamento, no entanto não pode ser conduzido por mais de um órgão e nenhum empreendimento está sujeito a se licenciar em mais de uma instância. Esses órgãos, em conjunto com o Conselho Nacional do Meio Ambiente e com o Ministério do Meio Ambiente, formam o SISNAMA – Sistema Nacional do Meio Ambiente.

  • IBAMA – O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis conduz o processo de licenciamento na esfera federal. Para um empreendimento ser licenciado por este órgão, em geral, seu impacto ambiental deve ultrapassar o território de mais de um estado. Outros casos em que atua são empreendimentos que afetem bens da União (rios, terras, mar territorial, terras indígenas) ou que envolvam radioatividade.
  • Órgãos estaduais de meio ambiente – Licenciam atividades, de forma geral, cujos impactos ultrapassem mais de um município de um mesmo estado. Também atuam quando a atividade afete bens estaduais. Um estado somente pode licenciar empreendimentos se possuir Conselho Estadual de Meio Ambiente e profissionais habilitados, caso contrário o licenciamento se dará na esfera federal.
  • Órgãos municipais de meio ambiente – Licenciam atividades, de forma geral, cujos impactos se restrinjam ao seu território. Um município somente pode licenciar empreendimentos se possuir Conselho Municipal de Meio Ambiente e profissionais habilitados, caso contrário o licenciamento se dará na esfera estadual, ou na federal.

Embora esta seja a divisão inicial de competências para o licenciamento, dada a diversidade brasileira, há muitas exceções. A definição precisa do responsável pelo processo foi normatizada pela Lei Complementar nº 140/2011.

Outros órgãos envolvidos

Outros órgãos do estado são convidados a se manifestar durante licenciamento, podendo estabelecer exigências para que o órgão ambiental emita as licenças ambientais pretendidas ou, ainda, podendo solicitar ao órgão ambiental que determinado projeto não seja realizado, dependendo das consequências que pode trazer. Esses atores são conhecidos no licenciamento como intervenientes, pois intervêm durante o processo.

Condicionantes

Na emissão de licenças ambientais, os órgãos estabelecem condições mínimas para que as atividades inerentes ao empreendimento (nas fases de projeto, implantação e operação) provoquem o mínimo de impactos ambientais negativos possíveis. Em conjunto, estas condições são conhecidas como condicionantes e, caso não obedecidas, a licença ambiental concedida pode ser cassada.

As condicionantes variam por tipo de empreendimento, por órgão emissor e pela experiência obtida em processos de licenciamento anteriores. São exemplos comuns as condições de “destinar adequadamente os resíduos produzidos”, “realizar educação ambiental dos trabalhadores da obra”, “executar programa de comunicação social com a comunidade afetada”, “não remover a vegetação natural sem autorização” e “não afetar cursos d’água”.

Legislação

A legislação ambiental brasileira é dispersa por diversos diplomas. Também podem os estados e municípios legislar sobre temas ambientais e até mesmo criar regras, normas e padrões de qualidade específicos para seus territórios, desde que mais exigentes que a legislação presente no ente de maior abrangência territorial no qual estão inclusos.

Constituição Federal de 1988 dispôs que todos os entes da federação podem legislar concorrentemente sobre meio ambiente (e consequentemente sobre licenciamento ambiental), deu a competência comum à União, aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios em preservar o meio ambiente e obrigou a realização prévia de Estudo de Impacto Ambiental para atividades que possam causar significativa degradação ambiental.

Lei Política Nacional do Meio AmbienteLei nº 6.938/1981, criou o processo de licenciamento ambiental no país, como instrumento de preservação da qualidade ambiental.

Este processo foi normatizado pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA. São diversas as resoluções editadas que tratam do tema.

Ainda na esfera federal, a Lei Complementar nº 140/2011 distribuiu as competências de licenciamento, determinando em que casos o processo será executado pelo órgão federal, estadual ou municipal.

Existem também os diplomas estaduais e municipais que tratam do licenciamento ambiental em seus respectivos territórios.

O debate sobre a legislação ambiental vem avançando significativamente nos últimos anos, sobretudo no que se refere ao processo de licenciamento em empreendimentos no setor produtivo. A definição de um novo marco regulatório sobre o licenciamento ambiental é fundamental para viabilizar, dentro dos prazos, o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) [1], no valor de R$ 30 bilhões. O licenciamento ambiental é fator estrutural para criar condições propícias à atração de investimentos, sendo uma variável determinante da competitividade para a economia e empresas. [2]

Licenciamento ambiental e estudo de impacto ambiental

O licenciamento ambiental e o estudo de impacto ambiental são figuras distintas, muito embora caminhem juntas. Vários tipos de atividades devem ser licenciadas, porém só as que possam causar significativa degradação do meio ambiente precisam realizar o estudo de impacto ambiental (EIA), que é um estudo bem detalhado sobre as socioambientais do empreendimento, e o relatório de impacto ambiental (RIMA). Os empreendimentos passíveis de licenciamento cuja eventual degradação ambiental não seja significativa podem apresentar outros tipos de estudos mais simplificados.

Resolução nº 237/1997 do CONAMA define quais empreendimentos estão sujeitos ao licenciamento. Já a Resolução nº 001/1986 do CONAMA define quais empreendimentos podem causar significativa degradação do meio ambiente, devendo então realizar o estudo de impacto ambiental. Ambas as listas são exemplificativas, cabendo ao órgão ambiental licenciador avaliar cada atividade quanto à proporção de seus impactos para determinar a necessidade de licenciamento e de execução do estudo de impacto ambiental.

Atividades sujeitas ao licenciamento ambiental e à obrigatoriedade de estudo de impacto ambiental.

Atividades Sujeita ao licenciamento ambiental Obrigatória a realização de estudo de impacto ambiental

Indústria da extração e tratamento de minerais

Pesquisa mineral, lavra a céu aberto, lavra subterrânea, lavra garimpeira, poços de petróleo e gás.

Sim Extração de minérios, inclusive areia, brita e combustíveis fósseis, qualquer atividade que extraia recursos hídricos.

Indústria de minerais não-metálicos

Beneficiamento de minerais não metálicos, fabricação de gesso, cerâmica, cimento, amianto e vidro.

Sim Qualquer atividade que utilize carvão vegetal, em quantidade superior a dez toneladas por dia, qualquer atividade que extraia recursos hídricos.

Indústria metalúrgica

Fabricação de aço, ferro, ligas e outros não ferrosos ou preciosos, metalurgia em geral, fabricação de soldas e anodos, fabricação de estruturas metálicas, têmpera e recozimento de metais.

Sim Complexo e unidade siderúrgica. Qualquer atividade que utilize carvão vegetal, em quantidade superior a dez toneladas por dia, qualquer atividade que extraia recursos hídricos.

Indústria Mecânica

Fabricação de máquinas, aparelhos, peças, utensílios e acessórios mecânicos.

Sim

Industria Eletroeletrônica

Fabricação de pilhas, baterias, material eletroeletrônico e eletrodomésticos.

Sim

Indústria da Madeira

Serraria, desdobra, preservação, fabricação de chapas, fabricação de estruturas e móveis.

Sim Exploração econômica de madeira ou de lenha, em áreas acima de 100 hectares ou menores, se compreender áreas significativas em termos percentuais ou de importância do ponto de vista ambiental, qualquer atividade que utilize carvão vegetal, em quantidade superior a dez toneladas por dia.

Indústria da Celulose

Fabricação de pasta, papel, papelão e artefatos de papel, papelão ou fibras amassadas.

Sim Qualquer atividade que extraia recursos hídricos.

Indústria da Borracha

Beneficiamento, fabricação de câmaras, laminados, fios, espumas e artefatos, incluindo látex.

Sim

Indústria do Couro e Peles

Secagem, salga, curtimento, preparações, fabricação de artefatos e cola animal.

Sim

Indústria Química

Fabricação de substâncias, combustíveis, derivados de petróleo, de xisto e de madeira, óleos, gorduras e ceras, óleos essenciais, resinas, explosivos, munições, fósforos, concentrados aromáticos, produtos de limpeza e polimento, desinfetantes, inseticidas, germicidas, fungicidas, tintas, vernizes, impermeabilizantes, secantes, fertilizantes, farmacêuticos, sabão, detergente, velas, perfumaria e cosmética, álcool e metanol, além do refino de solventes e óleos.

Sim Complexo e unidade industrial petroquímica, cloroquímica, destilarias de álcool e hulha, qualquer atividade que extraia recursos hídricos.

Indústria do Plástico

Fabricação de plástico, laminados e artefatos.

Sim

Indústria Têxtil e de Calçados

Beneficiamento de fibras naturais e sintéticas, fabricação de fios e tecidos, tingimento, estamparia, calçados e seus componentes.

Sim Qualquer atividade que extraia recursos hídricos.

Indústria Alimentícia

Beneficiamento, moagem, torrefação e fabricação de alimentos e conservas; matadouros, abatedouros, frigoríficos, preparação de pescados, lácteos, açúcar, óleos e gorduras vegetais, fermentos, leveduras, rações animais, vinhos, vinagre, cerveja, malte, chope, outras bebidas alcoólicas, bebidas não alcoólicas, envasamento e gaseificação de água mineral.

Sim Cultivo de recursos hídricos.

Indústria do Fumo

Fabricação de cigarros/charutos/cigarrilhas e outras atividades de beneficiamento.

Sim

Indústria Civil

Usinas de concreto, asfalto e serviços de galvanoplastia.

Sim Qualquer atividade que extraia recursos hídricos.

Indústria da Construção

Obras de rodovias, ferrovias, hidrovias, metropolitanos, barragens, diques, canais retificação de curso d’água, barramento, embocadura, tranposição de bacias, obras de arte.

Sim Estradas de rodagem com duas ou mais faixas, ferrovias.

Indústria de Serviços

Energia termoelétrica, transmissão elétrica, estação de tratamento d’água e esgoto, tratamento e destinação de resíduos industriais, especiais e urbanos, dragagens, derrocamentos, recuperação de áreas degradadas.

Sim Linhas de transmissão acima de 230 KV, usinas elétricas de qualquer fonte acima de 10 MW, qualquer atividade que use mais de 10 ton de carvão por dia, barragens, saneamento, irrigação, abertura de canais, retificação de cursos, barras, embocaduras e diques, aterros sanitários, processamento e destinação de resíduos tóxicos ou perigosos, extração de recursos hídricos, tratamento de esgoto e seus canais.

Indústria dos Transportes

Transporte de cargas perigosas, transporte por dutos, marinas, portos, aeroportos, terminais de minério, petróleo e químicos, depósito de químicos e perigosos.

Sim Portos, aeroportos, oleodutos, gasodutos, minerodutos, terminais de minérios, petróleo e químicos.

Indústria do Turismo

Complexos turísticos, inclusive parques temáticos e autódromos.

Sim

Indústria do Urbanismo

Parcelamento do solo, criação de distritos e polos industriais.

Sim Distritos industriais e zonas estritamente industriais, projetos urbanísticos, acima de 100 ha ou em áreas consideradas de relevante interesse ambiental.

Indústria Agropecuária

Projetos agrícolas, criação de animais, projetos de assentamento e colonização agrária.

Sim Complexo e unidade agroindustrial, qualquer atividade que extraia recursos hídricos.

Indústria dos Recursos Naturais

Silvicultura, exploração econômica da madeira, manejo de fauna exótica, criadouros de fauna silvestre, uso do patrimônio genético, manejo de recursos aquáticos vivos, introdução de espécies invasoras ou geneticamente modificadas, uso da biodiversidade pela biotecnologia.

Sim Exploração econômica de madeira ou de lenha, em áreas acima de 100 hectares ou menores, quando atingir áreas significativas em termos percentuais ou de importância do ponto de vista ambiental. Qualquer atividade que utilize carvão vegetal, em quantidade superior a dez toneladas por dia.

Com a Lei Complementar nº 140/2011, abriu-se a possibilidade descentralizar os processos de licenciamento ambiental, passando da esfera estadual para a municipal a responsabilidade do licenciamento ambiental de algumas atividades (no geral, atividades que afetem somente a área do município). Cada município descentralizado tem seu próprio procedimento para licenciamento, assim como sua própria lista de documentos, muitas vezes seguem os modelos estaduais, mas o município tem liberdade de adaptar a lista de documentos com a realidade local.

NATUREZA JURÍDICA DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL

A maior parte dos autores, como Antônio Inagê de Assis Oliveira, José Afonso da Silva e Paulo de Bessa Antunes, entre outros, simplesmente se limitam a repetir que se trata de um procedimento administrativo – como afirma o art. 1º da Resolução nº 312/02 do CONAMA e o inciso I do art. 2º da Lei Complementar nº 140/2011 –  e não aprofundam a discussão sobre o assunto.

João Eduardo Lopes Queiroz se propõe a enfrentar a questão, discordando da classificação do inciso I do art. 2º da Lei Complementar nº 140/2011 e do inciso I do art. 1º da Resolução nº 237/97 do CONAMA, ao afirmar que o licenciamento seria processo administrativo. Aurélio Virgílio Veiga Rios concorda com esse entendimento, embora não entre em pormenores.

Na verdade, ainda que a maior parte dos estudiosos do tema afirme expressamente que se trata de procedimento administrativo, é possível observar que em um ou outro momento eles também se referem ao licenciamento como um processo administrativo. Em vez de denotar um lapso, tal imprecisão terminológica mais significa a falta de uma reflexão maior sobre o tema por parte da doutrina.

É importante destacar que essa confusão ocorre também com a própria legislação ambiental, que por vezes se utiliza de uma terminologia e por vezes de outra. Se, por um lado, a maioria dos autores se limita a repetir a definição legal de licenciamento sem discorrer efetivamente sobre o assunto, de outro lado é possível encontrar nessa mesma e em outras resoluções do CONAMA a referência ao instrumento enquanto processo administrativo.

Para Talden Faria, o licenciamento é um processo administrativo, posto que se pauta pela publicidade do procedimento, pelo direito de acesso aos autos, pela necessidade do contraditório e da ampla defesa quando houver litigantes, pela obrigação de motivar e pelo dever de decidir especialmente pelo fato de ser exercido por órgãos da Administração Pública. Um dos efeitos da sua classificação como processo administrativo é o aumento do controle social, pois em se tratando de um interesse difuso a coletividade não somente terá acesso aos documentos como poderá atuar como parte interessada. Isso gera mais segurança aos administrados e à própria Administração Pública tendo em vista que o papel e as formas de atuação de cada uma das partes já estariam previamente definidos, além de contribuir para a gestão democrática do meio ambiente e para a cidadania participativa.

O último autor acredita que a licença ambiental tem uma natureza jurídica própria e possui características específicas que a diferenciam tanto da licença administrativa quanto da autorização, pois caso se admitisse que a licença ambiental é uma autorização e que por consequência pudesse ser revogada a qualquer momento pela simples discricionariedade da Administração Pública, não existiria segurança jurídica para as atividades econômicas de uma maneira geral. Por outro lado, querer que a licença ambiental se perpetue no tempo seria legalizar a degradação ambiental e instituir o direito adquirido a degradar o meio ambiente e a ir de encontro à qualidade de vida da coletividade.

 

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Cursos | Palestras | Treinamentos

Pessoas Físicas e Jurídicas

De acordo com a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, define-se os primeiros socorros como a prestação e assistência médica imediata a uma pessoa ou uma ferida até à chegada de ajuda profissional. Centra-se não só no dano físico ou de doença, mas também no atendimento inicial, incluindo o apoio psicológico para pessoas que sofrem emocionalmente devido a vivência ou testemunho de um evento traumático.[1]

Diversas situações podem precisar de primeiros socorros. As situações mais comuns são atendimento de vítimas de acidentes automobilísticos, atropelamentos, incêndios, tumultos, afogamentos, catástrofes naturais, acidentes industriais, tiroteios ou atendimento de pessoas que passem mal: apoplexia (ataque cardíaco), ataques epilépticos, convulsões, etc. Tão importante quanto os próprios primeiros socorros é providenciar o atendimento especializado.

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Brigada de Incêndio são grupos de pessoas previamente treinadas, organizadas e capacitadas dentro de uma organização, empresa ou estabelecimento para realizar atendimento em situações de emergência. Em geral estão treinadas para atuar na prevenção e combate de incêndios, prestação de primeiros socorros e evacuação de ambientes.[1]

Atribuições

Ações de prevenção

  • conhecer o plano de emergência contra incêndio da planta;
  • avaliar os riscos existentes;
  • inspecionar os equipamentos de combate a incêndio,primeiros socorros e outros existentes na planta;
  • inspecionar as rotas de fuga;
  • elaborar relatório das irregularidades encontradas;
  • encaminhar o relatório aos setores competentes;
  • orientar a população fixa e flutuante;
  • participar dos exercícios simulados.

Ações de emergências

  • aplicar os procedimentos básicos estabelecidos no plano de emergência contra incêndio da planta até o esgotamento dos recursos destinados aos brigadistas.
  • Praticar atendimento pré hospitalar sempre que necessário

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Desfibrilador Automático Externo (DEA) é um aparelho eletrônico portátil que diagnostica automaticamente as, potencialmente letais, arritmias cardíacas de fibrilação ventricular e taquicardia ventricular em um paciente.[1] Além de diagnosticar, ele é capaz de tratá-las, através da desfibrilação, uma aplicação de corrente elétrica que para a arritmia, fazendo com que o coração retome o ciclo cardíaco normal.

O desfibrilador automático externo (DEA), utilizado em parada cardiorrespiratória, tem como função identificar o ritmo cardíaco “FV” ou fibrilação ventricular, presente em 90% das paradas cardíacas. Efetua a leitura automática do ritmo cardíaco através de pás adesivas no tórax. Tem o propósito de ser utilizado por público leigo, com recomendação que o operador faça curso de Suporte Básico em parada cardíaca. Descarga: 200 J (bifásico) e 360 J (monofásico) em adultos. Crianças, acima de 8 anos – 100 J (redutor). Não há consenso na utilização de crianças com menos de 30 kg.

Hoje, são utilizados equipamentos em unidades de emergência e UTIs, com cargas monofásicas que variam de 0 a 360 J ou bifásicas de 0 a 200 J.

Em muitos países a aquisição e utilização dos aparelhos DEA é livre e incentivada, pelas seguintes razões:

  • em caso de paragem cardiorrespiratória tem de ser aplicado de imediato, não havendo tempo para chamar um serviço de emergência;
  • os DEA actuam sozinhos/inteligentemente, aplicando o choque apenas se for estritamente necessário.

Um estudo que analisou a utilização do DEA acompanhou 22 indivíduos, onde 18 estavam com uma arritimia cardíaca que o DEA poderia tratar (fibrilação ventricular ou taquicardia ventricular). Dos 18, 11 sobreviveram. O mais interessante, porém, é que dos 11 sobreviventes, 6 foram salvos por transeuntes com absolutamente nenhum treinamento prévio na utilização de DEAs.[2]

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No Brasil, as Normas Regulamentadoras, também conhecidas como NRs, regulamentam e fornecem orientações sobre procedimentos obrigatórios relacionados à segurança e saúde do trabalhador. Essas normas são citadas no Capítulo V, Título II, da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Foram aprovadas pela Portaria N.° 3.214, no dia 8 de junho de 1978, são de observância obrigatória por todas as empresas brasileiras regidas pela CLT e são periodicamente revisadas pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social.

São elaboradas e modificadas por comissões tripartites específicas compostas por representantes do governo, empregadores e trabalhadores.[1]

Tem como um dos principais objetivos, a padronização dos procedimentos de segurança e saúde do trabalho.

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O Sistema de avaliação de saúde, segurança, meio ambiente e qualidade (Sassmaq) é um método de avaliação criado e exigido pela Associação Brasileira de Indústrias Químicas (ABIQUIM), e implementado pelos elementos que compõem uma determinada cadeia logística (Sassmaq, [2009], p. 1).

A primeira versão do sistema foi expedida em 2001, focando especificamente o transporte rodoviário de cargas. Diferentemente de sistemas como as normas ISO, não se trata de um sistema de garantias de qualidade, mas um sistema no qual existem ferramentas para a empresa atingir o processo de melhoria contínua (Lima et al., 2006, p. 2-4 e Sassmaq, [2007]). A partir de 2006, as empresas que passam pelo processo de avaliação Sassmaq recebem, por adição, o selo Transqualit Green expedido pela NTC&Logística. Esta certificação para além de valorizar a imagem da empresa, uma vez que proporciona ao cliente uma imagem preventiva na redução de riscos no transporte de produtos perigosos, possibilita a redução de custos relativos às operações e ao controlo de qualidade. Do ponto de vista do cliente, uma empresa certificada com o selo Transqualit Green demonstra uma maior competitividade aquando do processo de selecção de empresas para a prestação de serviços logísticos (Lima et al., 2006, p. 4).

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A expressão ISO 9001 designa um grupo de normas técnicas que estabelecem um modelo de gestão da qualidade para organizações em geral, qualquer que seja o seu tipo ou dimensão.

ISO é uma organização não-governamental fundada em 1947 em Londres e depois transferida em 1949 para Genebra, e hoje presente em cerca de 189 países. A sua função é a de promover a normatização de produtos e serviços, para que a qualidade dos mesmos seja permanentemente melhorada.

A denominação “International Organization for Standardization” permite diferentes acrônimos em diferentes idiomas (IOS em inglês, OIN em francês, OIP em português) e, por isso, seus fundadores decidiram usar a abreviatura ISO, que significa “igual”. Qualquer que seja o país ou a linguagem, a abreviatura é sempre ISO, que vem do grego “isos” que significa igual, igualdade, pois o sistema prevê que os produtos detenham o mesmo processo produtivo para todas as peças.

Esta família de normas estabelece requisitos que auxiliam a melhoria dos processos internos, a maior capacitação dos colaboradores, o monitoramento do ambiente de trabalho, a verificação da satisfação dos clientes, colaboradores e fornecedores, num processo contínuo de melhoria do sistema de gestão da qualidade. Aplicam-se a campos tão distintos quanto materiaisprodutosprocessos e serviços.

A adoção das normas ISO é vantajosa para as organizações uma vez que lhes confere maior organização, produtividade e credibilidade – elementos facilmente identificáveis pelos clientes -, aumentando a sua competitividade nos mercados nacional e internacional. Os processos organizacionais necessitam ser verificados através de auditorias externas independentes.s

Brasil está no grupo dos países que mais crescem em número de certificações em 2010, com aumento de 4.009 certificações, logo atrás da Itália (8.826), Rússia (9.113) e China (39.961) que lidera o grupo. Fonte: Pesquisa ISO9001 (2010)

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Ser um profissional credenciado faz toda a diferença junto ao mercado de trabalho. Já sabemos que quem contrata bombeiro civil são grandes empresas, que tem como princípio o atendimento à legislação vigente, se você faz o seu curso em uma escola que não está credenciada, ou não se credencia, você não conseguirá entrar no mercado de trabalho.

A ProjetarMED é uma escola credenciada e conta com um corpo docente capacitado pelo corpo de bombeiros para ser instrutor no curso de formação ou requalificação e todo os instrutores responsáveis pelo curso são credenciados conforme determina a portaria 51 e 54 do CBMMG.

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A quem se destina

A todo e qualquer cidadão brasileiro ou estrangeiro vítimas de males súbitos (ex: infarto, crise convulsiva, desmaios e etc) ou acidentes (ex: trauma, acidentes de trânsito, acidentes industriais, acidentes aéreos, violência urbana, fora do ambiente hospitalar e distúrbios, psiquiatria|psiquiátricos), visando a sua estabilização clínica e remoção para uma unidade hospitalar adequada.

Por quem é realizado

Ficheiro:Http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/imagens/brasao.gif

Ministério da Saúde

Atendimento pré hospitalar é todo processo feito pelos profissionais de resgate.

site do Ministério da Saúde

Equipe Profissional

De acordo com a portaria dois grupos distintos podem exercer profissionalmente este trabalho. O primeiro grupo é chama de Profissionais Oriundos da Areá da Saúde onde estão incluídos os Médico, Enfermeiro e Técnicos em Enfermagem. O segundo grupo é chamado de Profissionais Não Oriundo da Área da Saúde onde se prevê que os Policiais (Federais, Civis, Militares e Guardas Municipais), Bombeiros e Operadores de Veículos de Emergência (vulgo Motorista de Ambulância).

Objetivos

Estabilizar e/ou imobilizar a vítima e remove-la o mais rápido possível com segurança, para unidade de saúde de referência mais próxima. Independente do tempo e das circunstancias encontradas no trajeto esses profissionais devem evitar o agravamento das lesões causadas pelo acidente e manter a vítima viva até a chegada no destino.

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O que faz um cuidador de idosos?

O que faz um cuidador de idosos é uma dúvida comum às famílias que estão procurando informações para ponderar uma contratação. Dentre as atividades previstas, o cuidador deve dar banho, trocar a roupa,  fralda (se necessário) e ajudar na hora de tomar os remédios.

Segundo o Ministério da Saúde: a função do cuidador é acompanhar e auxiliar a pessoa a se cuidar, fazendo pela pessoa somente as atividades que ela não consiga fazer sozinha. Ressaltando sempre que não faz parte da rotina do cuidador técnicas e procedimentos identificados com profissões legalmente estabelecidas, particularmente, na área da enfermagem.

Fonte: Manual dos cuidadores de pessoas idosas

Na hora de contratar, é importante identificar algumas características importantes sobre o profissional. Nesse trabalho, é essencial poder contar com um cuidador: responsável, ágil, paciente e pontual, por exemplo, são algumas características a serem observadas.

Essas características, por sua vez, devem ser analisadas conforme as necessidades particulares de cada família, mas acima de tudo, as demandas do idoso.

Afinal, as prioridades mudam conformam as necessidades. Inclusive de carga horária. No caso do cuidador, assim como em outras profissões, existem algumas regrinhas para a jornada de trabalho do cuidador de idosos. Por isso, é importante conhecer quais são as possibilidades disponíveis de turnos de trabalho para atender as necessidades.

Funções do cuidador de idosos

De acordo com o Manual dos Cuidadores de Pessoas Idosas“a função básica do cuidador é auxiliar no desempenho das atividades de vida diária, tendo por princípio ajudar a pessoa idosa na medida de sua necessidade, nem mais nem menos.”  

Segundo ele, as atividades exercidas pelo cuidador podem ser divididas em três tipos, por exemplo:

Atividades básicas de vida diária (ABVDs)

Envolvem cuidados tais quais: alimentação, higiene, vestimentas, locomoção, exercícios, etc. Neste caso, a a realização dessas atividades são feitas com dificuldade moderado de dificuldade.

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Equipamento de proteção individual (EPI) é qualquer meio ou dispositivo destinado a ser utilizados por uma pessoa contra possíveis riscos ameaçadores da sua saúde ou segurança durante o exercício de uma determinada atividade. Um equipamento de proteção individual pode ser constituído por vários meios ou dispositivos associados de forma a proteger o seu utilizador contra um ou vários riscos simultâneos. O uso deste tipo de equipamentos só deverá ser contemplado quando não for possível tomar medidas que permitam eliminar os riscos do ambiente em que se desenvolve a atividade. [1]

Normativas europeias (aplicáveis em Portugal)

Capacete com viseira e protetor auricular

Na União Europeia este tipo de equipamentos está abrangido pelas seguintes directivas:

  • Directiva 89/686/CEE, de 21 de Dezembro, modificada pelas directivas
    • 93/68/CEE
    • 93/95/CEE
    • 96/58/CE

Em Portugal estas directivas foram transpostas para a legislação nacional através dos seguintes diplomas legais:

  • Decreto-Lei 128/93, de 22 de Abril;
  • Decreto-Lei 348/93, de 14 de Novembro;
  • Portaria 1131/93, de 4 de Novembro;
  • Decreto-Lei 139/95, de 14 de Junho;
  • Portaria 109/96, de 10 de Abril;
  • Portaria 695/97, de 19 de Agosto;
  • Decreto-Lei 374/98, de 24 de Novembro.

Normativas brasileiras

Óculos de proteção

No Brasil, a legislação básica sobre EPI é a Norma Regulamentadora No. 6 (Equipamento de proteção individual), aprovada pela Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978 06/07/78 e atualizada por diversas portarias subsequentes.[2]

O órgão público responsável pela regulamentação das normas sobre os EPIs é o MTE Ministério do Trabalho e Emprego. Atualmente vários outros órgãos auxiliam na auditoria e na concessão de CAs – Certificados de Aprovação.

Tipos de EPI

Máscara facial com insuflamento de ar

Os EPI podem dividir-se em termos da zona corporal a proteger:

Os protetores auriculares, conhecidos também por dispositivo de proteção auditiva, têm por finalidade diminuir os riscos existentes no ambiente e prevenir possíveis doenças ocupacionais, protegendo o indivíduo, externamente, de elementos como frio, intrusão por água e outras condições ambientais, detritos ou especificamente contra ruído,[3] utilizado nesse aspecto, na prevenção da perda auditiva induzida por ruído (PAIR) que ocorre devido a exposição a elevados níveis de pressão sonora, como é o caso da exposição ocupacional.[4][5]

  • Proteção respiratória
    • Máscaras; aparelhos filtrantes próprios contra cada tipo de contaminante do ar: gases, aerossóis por exemplo.
    • Respiradores faciais completo
    • Respiradores semifaciais
    • Respiradores descartáveis dobráveis
    • Respiradores semi-descartáveis
  • Proteção ocular e facial
  • Proteção de mãos e braços
    • Luvas, feitas em diversos materiais e tamanhos conforme os riscos contra os quais se quer proteger: mecânicos, químicos, biológicos, térmicos ou elétricos.
  • Proteção de pés e pernas
    • Sapatoscoturnosbotastênis, apropriados para os riscos contra os quais se quer proteger: mecânicos, químicos, elétricos e de queda
  • Proteção contra quedas
  • Proteção do tronco
 

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Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) é, segundo a legislação brasileira[1], uma comissão constituída por representantes indicados pelo empregador e membros eleitos pelos trabalhadores, de forma paritária, em cada estabelecimento da empresa, que tem a finalidade de prevenir acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador.

Características

A CIPA tem suporte legal no artigo 163 da Consolidação das Leis do Trabalho e na Norma Regulamentadora nº 5 (NR 5), aprovada pela Portaria nº 08/99 [2], da Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego. A NR-5 trata do dimensionamento, processo eleitoral, treinamento e atribuições da CIPA.[2]

As empresas devem constituir Comissão Interna de Prevenção de Acidentes nos estabelecimentos que se enquadrem no Quadro I [2] da NR 05, de acordo com a atividade econômica e o número de empregados.

A CIPA deverá ter mandato de um ano, e ser assim constituída: igual número de representantes do empregador (indicados pela empresa) e de representantes dos empregados (eleitos); o presidente da CIPA deve ser escolhido pela empresa, dentre os membros por ela indicados; o vice-presidente da CIPA deve ser eleito dentre os representantes eleitos titulares, em eleição de que participam todos os representantes eleitos, inclusive os suplentes; o secretário da CIPA pode ser escolhido entre os membros da Comissão ou até mesmo ser um funcionário que dela não faça parte, mas seu nome precisa ser necessariamente aprovado por todos os “cipeiros”, eleitos e indicados. Cabe ao presidente e ao vice-presidente da CIPA mediar conflitos, elaborar o calendário de reuniões ordinárias e constituir comissão eleitoral para regular o processo de eleição da CIPA subsequente. Cabe ao secretário da CIPA elaborar as atas das reuniões ordinárias da Comissão.

A documentação referente o processo eleitoral da CIPA, incluindo as atas de eleições e de posse e o calendário anual das reuniões ordinárias, deve ficar nas dependências da empresa á disposição da fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego.

A CIPA não poderá ter seu número de representantes reduzido, bem como não poderá ser desativada pelo empregador antes do término do mandato de seus membros, ainda que haja redução do número de empregados da empresa, exceto no caso de encerramento das atividades do estabelecimento.(Alterado pela portaria SIT n° 247, de 12 de julho de 2011.) Quando o estabelecimento não se enquadra na obrigatoriedade de constituição de CIPA, é exigida a designação de uma pessoa com o treinamento específico, para desempenhar as atribuições da comissão.

Atuação

O objetivo da CIPA é “observar e relatar as condições de risco nos ambientes de trabalho e solicitar medidas para reduzir até eliminar os riscos existentes e/ou neutralizar os mesmos…” Sua missão é, portanto, a preservação da saúde e integridade física dos trabalhadores.

Seu papel mais importante é o de estabelecer uma relação de diálogo e conscientização, de forma criativa e participativa, entre gerentes e empregados, em relação à forma como os trabalhos são realizados, objetivando sempre melhorar as condições de trabalho, visando a humanização do trabalho. Não obstante, a CIPA é um órgão supra corporativo e independente, não subordinado a nenhuma área da empresa nem a nenhum funcionário desta.

Garantia de emprego

A Consolidação das Leis do Trabalho e a Constituição Federal brasileira garantem aos membros titulares da CIPA eleitos (os representantes dos empregados) dois anos de estabilidade no emprego, durante os quais só poderão ser desligados através de demissão por justa causa. O período de estabilidade, na verdade, tem uma duração um pouco maior do que dois anos: vai do momento de registro da candidatura do empregado à CIPA até um ano após o término de seu mandato.

Hoje é reconhecida também a estabilidade do suplente eleito, conseguida através de jurisprudência. O membro titular perderá o mandato, sendo substituído por suplentes, quando faltar a mais de quatro reuniões ordinárias sem justificativa.

 

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Exames

Uma lista dos exames que temos disponíveis

O ácido hipúrico é o principal metabólito urinário do tolueno (solvente para óleos, borrachas e tintas), sendo o indicador biológico da exposição a este solvente. O ácido hipúrico é um metabólito normal do organismo humano, podendo também advir de dietas ricas em ácido benzóico: frutas (ameixa, pêssegos), grãos verdes de café, alimentos conservados com benzoatos, massa de tomate, mostarda, refrigerantes e alguns tipos de pães. Antidepressivos IMAO, femprobamato, dietilpropiona e cocaína podem aumentar a excreção urinária do ácido hipúrico. Paracetamol, etanol, tabagismo e exposição concomitante ao benzeno inibem a biotransformação hepática do tolueno, acarretando em concentrações urinárias baixas.

 

(+555) 959-595-959

O exame de colesterol total – também chamado de painel ou perfil lipídico – mostra os níveis de colesterol e triglicérides na corrente sanguínea. Este exame de sangue ajuda a determinar o risco de obstrução das artérias por formação de placas de gordura (aterosclerose). Altos níveis de colesterol geralmente não causam sintomas, por isso é importante fazer a dosagem regularmente.

A única forma conhecida de diagnosticar a hipercolesterolemia é através do exame de colesterol total e frações. A detecção precoce da hipercolesterolemia pode prevenir diversas doenças como infarto e AVC. A análise do colesterol é realizada a partir de uma amostra de sangue.

Por que é importante fazer o exame do colesterol?

O exame do colesterol tem como objetivo verificar a quantidade de colesterol presente no organismo se tem muito “colesterol ruim” (LDL), o que pode ser um fator de risco para infarto cardíaco.

O que é o colesterol?

 O colesterol é uma substância fundamental para a formação das membranas das células do corpo, para a síntese de hormônios, para a produção da bile, para digestão de alimentos gordurosos, para a formação de mielina e para metabolização de algumas vitaminas. O colesterol pode ser produzido pelo corpo, principalmente pelo fígado, ou pode ser adquirido através da alimentação. O colesterol é uma substância gordurosa e para alcançar os tecidos através da corrente sanguínea, ele necessita de alguns transportadores.

O HDL é considerado o colesterol bom porque ele remove o colesterol dos tecidos para ser eliminado, o LDL é o “colesterol ruim” porque é ele quem transporta o colesterol para o sangue, e o VLDL transporta mais triglicerídeos do que colesterol.

Quais são os valores ideais do exame?

O colesterol HDL deve estar acima de 40mg/dl, enquanto o LDL deve estar abaixo de 199mg/dl.

O que fazer para aumentar os valores do HDL?

O HDL tem efeito protetor ao coração, porque ele impede o acúmulo de gordura na parede das artérias. Quando apresenta um baixo valor, a pessoa tem maior chance de ter doença cardiovascular. Quando é necessário aumentar os níveis desse tipo de colesterol, deve diminuir o açúcar e a gordura da dieta, e aumentar o consumo de alimentos que contém gordura vegetal, como abacate, nozes, azeitona. Alimentos que contém ômega 3,6,e 9 podem aumentar o HDL e diminuir o LDL, como salmão, sardinha e atum, devendo ser consumidos 3 vezes por semana. A prática regular de exercícios também é um importante fator para aumentar esses valores.

O que deve ser feito para abaixar os valores do LDL?

É recomendada a prática de exercícios regulares e uma mudança na dieta, preconizando uma dieta rica em frutas, legumes e verduras, carnes magras, peixes e pobre em gordura.

Quais os riscos de se ter níveis de colesterol elevados?

Os riscos de se ter colesterol aumentado é em relação aos níveis do colesterol LDL, que é considerado o colesterol ruim. Com o aumento desse colesterol, placas de gordura vão se acumulando na parede das artérias, aumentando o risco do paciente desenvolver doenças cardiovasculares.

O que é o colesterol total?

 É a soma do colesterol HDL, LDL, VLDL e IDL. É considerado normal quando apresenta valor menor que 200mg/dl.

 

+55 31 3044-7500

É o indicador biológico da exposição ocupacional ao xileno. O ácido metil-hipúrico representa mais de 95% da fração metabolizada dos xilenos (dimetilbenzenos). Os xilenos são utilizados como thinner para tintas e lacas, agentes de limpeza além de outros usos industriais. A primeira fase da excreção do ácido metilhipúrico ocorre nas primeiras 10 horas e a segunda em torno de 48 horas após exposição. Ingestão de álcool inibe a biotransformação do xileno, diminuindo a excreção de seu metabólito na urina.

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O ácido trans, trans-mucônico (ATTM) é um indicador biológico de exposição ao benzeno. O uso industrial do benzeno vem decrescendo, tendo em vista a proibição de seu uso como solvente industrial. As fontes de contaminação ocupacional são as indústrias de síntese química e petroquímica. O ATTM é um indicador biológico mais sensível e específico que o fenol, que até 1994, era indicador da exposição ao benzeno. A exposição conjunta ao benzeno e tolueno diminuem a concentração urinária do ATTM. Tabagistas têm maior excreção urinária. A monitorização biológica da exposição ocupacional ao benzeno segue o estabelecido pela Portaria 34 (Ministério do Trabalho,2001).

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O exame de acuidade visual determina se a pessoa pode enxergar os detalhes de uma palavra ou símbolo a certa distância. Existem diferentes tipos de exame da acuidade visual, a maioria dos quais é bem simples de ser realizada. Dependendo do tipo e do local onde for realizado, o exame poderá ser feito por um optometrista, um oftalmologista, um técnico em óptica, um técnico ou uma enfermeira.
O objetivo do exame de acuidade visual é avaliar a capacidade do paciente de discernir detalhes e formas dos objetos que vê. É apenas um dos fatores da visão em geral, juntamente com a visão para cores, visão periférica e percepção de profundidade.

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A audiometria é um exame que tem como objetivo avaliar a capacidade do paciente para ouvir e interpretar sons. Através do exame detectam-se possíveis alterações auditivas e permite orientar o paciente sobre as medidas preventivas ou tratamentos mais adequados para cada caso. O exame deve ser realizado por um fonoaudiólogo devidamente habilitado, pois, esse profissional consegue diagnosticar qualquer anormalidade, medir a intensidade e verificar qual o tipo de perda auditiva pode ter afetado o paciente. A audiometria é um exame preventivo e bastante recomendado para diagnósticos.

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A avaliação psicológica é compreendida como um amplo processo de investigação, no qual se conhece o avaliado e sua demanda, com o intuito de programar a tomada de decisão mais apropriada do psicólogo. Mais especialmente, a avaliação psicológica refere-se à coleta e interpretação de dados, obtidos por meio de um conjunto de procedimentos confiáveis, entendidos como aqueles reconhecidos pela ciência psicológica. Compete ao psicólogo planejar e realizar o processo avaliativo com base em aspectos técnicos e teóricos.

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O exame de colesterol total – também chamado de painel ou perfil lipídico – mostra os níveis de colesterol e triglicérides na corrente sanguínea. Este exame de sangue ajuda a determinar o risco de obstrução das artérias por formação de placas de gordura (aterosclerose). Altos níveis de colesterol geralmente não causam sintomas, por isso é importante fazer a dosagem regularmente.
A única forma conhecida de diagnosticar a hipercolesterolemia é através do exame de colesterol total e frações. A detecção precoce da hipercolesterolemia pode prevenir diversas doenças como infarto e AVC.

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Como o próprio nome sugere, é um exame que permite a avaliação elétrica da atividade cardíaca (eletricidade que ele produz e transmite na pele) , registrada em gráficos que são comparados com gráficos padrão e que indicam, assim, o estado de normalidade ou de alteração dos músculos e nervos do coração. A atividade elétrica cardíaca é semelhante a energia dos fios de condução elétricos da nossa casa, com lados positivos e negativos. São essas diferenças, captadas por eletrodos sensíveis colocados em pontos específicos do corpo, que são registradas nos gráficos do eletrocardiograma. Apesar de ser de execução muito simples, o eletrocardiograma é um exame muito importante em cardiologia, pois ele permite diagnosticar desde condições banais até outras muito graves, como os infartos, crescimento de cavidades, disritmias,  por exemplo.
O aparelho que realiza o exame é atualmente bem compacto, conectado no computador, chamado eletrocardiógrafo. Esse aparelho registra a atividade elétrica na pele do paciente e transforma em padrões que o especialista analisa.
Para se entender como é feito o eletrocardiograma o paciente deve deitar-se numa maca, de barriga para cima, tendo ao lado o pequeno aparelho que constitui o eletrocardiógrafo (usualmente portátil). O técnico colocará eletrodos  grudados à pele dos braços (faces anteriores dos punhos), pernas (faces antero-mediais) e tórax do paciente, que captarão os estímulos elétricos do coração ou as repercussões deles à distância. A pele deve estar bem limpa e desengordurada nos locais de fixação dos eletrodos. Para facilitar a captação desses estímulos geralmente é aplicado sobre a pele um gel condutor. Os eletrodos dos membros são fixados por braceletes e os do tórax por uma espécie de ventosa de borracha, permitindo aderência à pele sem o uso de agulhas ou outros instrumentos invasivos. Se o corpo do paciente tiver muitos pelos, uma depilação deve ser feita e se a pele for especialmente oleosa deve ser promovida uma limpeza local com álcool.
Cada uma das derivações em que são colocados eletrodos capta a atividade elétrica das várias partes do coração (anterior, posterior, lateral esquerda, lateral direita). O traçado é mostrado na tela do computador e pode ser impresso em papel A4, enviado por internet, salvo no próprio computador.
O exame pode detectar arritmias, aumento de cavidades cardíacas, patologias coronarianas, infarto do miocárdio, entre outros diagnósticos. O eletrocardiograma deve ser executado periodicamente, a partir dos 40 anos. A partir dele podem ser solicitados outros exames, mais específicos, se necessário, como por exemplo um exame de esteira para aqueles que se programam entrar numa academia.

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O sistema ABO são classificações do sangue humano nos quatro tipos existentes: A, B, AB e O; enquanto que o Fator Rh é um grupo de antígenos o qual determina se o sangue possui o Rh positivo ou negativo.
Os grupos sanguíneos são classificados em: A, B, AB e O.
A: O sangue do tipo A apresenta aglutinina (anticorpos) anti-B no plasma. Assim, indivíduos com esse tipo de sangue podem receber dos tipos A e O, contudo, não recebem do tipo B e nem do tipo AB.
B: O sangue do tipo B apresenta aglutinina (anticorpos) anti-A no plasma. Assim, indivíduos com esse tipo de sangue podem receber de B e O, porém, não podem receber sangue dos tipos A e AB.
AB: O sangue do tipo AB é o “Receptor Universal” de forma que AB não possui aglutininas no plasma e pode receber qualquer tipo de sangue. Em outras palavras, o sangue AB possuem os antígenos A e B, entretanto, nenhum anticorpo.
O: O sangue do tipo O é o “Doador Universal” uma vez que possuem os dois tipos de aglutininas (anticorpos) no plasma, anti-A e anti-B, e não apresentam aglutinogênios (antígenos) dos tipos A e B. A despeito de serem os doadores universais, ou seja, podem doar seu sangue para qualquer grupo sanguíneo, esses indivíduos só recebem sangue do tipo O.

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A Gama Glutamil Transferase (ou Gama GT) é uma enzima hepática, normalmente presente no fígado. Esta enzima localiza-se dentro das células do fígado, e quando ocorre uma destruição das células hepáticas a enzima entra na corrente sanguínea. Assim, podemos detectar este nível da corrente sanguínea através de um exame de sangue. É através desta enzima que o nosso organismo é capaz de metabolizar as várias substâncias químicas no nosso organismo, desde aquelas que ingerimos até àquelas que se formam dentro do nosso corpo. O resultado do exame de sangue poderá ter resultados normais ou alterados (baixos ou altos).

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A glicemia é a concentração de glicose no sangue ou mais precisamente no plasma.
O nosso corpo transforma alguns dos hidratos de carbono ingeridos em glicose e a glicemia é o nível de glicose presente no nosso sangue. Ou seja, quando comemos muito, a glicemia aumenta, ao passo que quando comemos pouco, esta mantém-se baixa. O aumento da glicemia está intimamente relacionado ao consumo de carboidratos na dieta, sejam eles integrais (aumento glicêmico lento e seguro) ou refinados (aumento glicêmico rápido e perigoso), também levando em consideração para isso as combinações de alimentos numa refeição ou lanche.
Mede-se a glicemia através da confirmação dos sinais e sintomas clássicos da glicemia em jejum (exame de sangue onde são verificadas as taxas de glicose no sangue) e do teste padronizado de tolerância à glicose (TTG).
Estes critérios diagnosticados estão baseados nas recomendações da comunidade médico-científica atual:
Normal: Abaixo de 110 mg/dL
Intolerância à glicose: Jejum de 111 a 125 mg/dL; 2 horas após 75g de glicose: de 141 a 199 mg/dL
Diabetes melitus: Jejum maior que 126 mg/dL; 2 horas após 75g de glicose: maior que 200 mg/dL
Significado de mg/dl: miligramas por decilitro (unidade DE medida usada EM referência aos níveis glicêmicos)
Além da insulina, diabéticos podem controlar a glicemia através de dietas específicas e pratica de exercícios físicos, pois, a prática regular de exercício físico aumenta a ação da insulina, fazendo com que a glicose saia da corrente sanguínea, diminuindo, consequentemente, a glicemia. Atualmente tornou-se comum a “contagem de carboidratos” dos alimentos através do “índice glicêmico”, um indicador de qualidade do carboidrato quanto à sua habilidade em aumentar e/ou influenciar a glicemia.

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O hemograma completo tem aplicações específicas em diversas especialidades médicas . Muitas vezes, é realizado antes de uma pessoa ser submetida a uma cirurgia para detectar anemia, garantir que os níveis de plaquetas são suficientes e rastrear infecções, bem como após a cirurgia, para que a perda de sangue possa ser monitorada. Na medicina de emergência , o CBC é usado para investigar vários sintomas, como febre , dor abdominal e falta de ar , e para avaliar sangramento e trauma . Os hemogramas são monitorados de perto em pessoas submetidas a quimioterapia ou radioterapia para câncer, porque esses tratamentos suprimem a produção de células sanguíneas na medula óssea e podem produzir níveis gravemente baixos de glóbulos brancos, plaquetas e hemoglobina . CBCs regulares são necessários para pessoas que tomam alguns medicamentos psiquiátricos , como clozapina e carbamazepina , que em casos raros podem causar uma queda no número de leucócitos ( agranulocitose ) com risco de vida . Como a anemia durante a gravidez pode resultar em resultados piores para a mãe e seu bebê, o hemograma completo faz parte da rotina do cuidado pré-natal ; e em recém-nascidos , um hemograma completo pode ser necessário para investigar icterícia ou para contar o número de células imaturas no diferencial de leucócitos , o que pode ser um indicador de sepse . O hemograma completo é uma ferramenta essencial da hematologia , que é o estudo da causa, prognóstico, tratamento e prevenção de doenças relacionadas ao sangue. Os resultados do hemograma completo e do esfregaço refletem o funcionamento do sistema hematopoiético – os órgãos e tecidos envolvidos na produção e no desenvolvimento de células sanguíneas, particularmente a medula óssea . Por exemplo, uma contagem baixa de todos os três tipos de células ( pancitopenia ) pode indicar que a produção de células sanguíneas está sendo afetada por um distúrbio da medula óssea e um exame da medula óssea pode investigar a causa. Células anormais no esfregaço de sangue podem indicar leucemia aguda ou linfoma , enquanto uma contagem anormalmente alta de neutrófilos ou linfócitos, em combinação com sintomas indicativos e achados de esfregaço de sangue, pode levantar suspeita de um distúrbio mieloproliferativo ou linfoproliferativo . O exame dos resultados do hemograma completo e o esfregaço de sangue podem ajudar a distinguir entre as causas da anemia, como deficiências nutricionais , distúrbios da medula óssea , anemias hemolíticas adquiridas e doenças hereditárias, como anemia falciforme e talassemia . Os intervalos de referência para o hemograma completo representam a gama de resultados encontrada em 95% das pessoas aparentemente saudáveis. Por definição, 5% dos resultados sempre ficarão fora dessa faixa, então alguns resultados anormais podem refletir variação natural em vez de significar um problema médico. Isso é particularmente provável se esses resultados estiverem apenas ligeiramente fora da faixa de referência, se forem consistentes com os resultados anteriores ou se não houver outras anormalidades relacionadas mostradas pelo hemograma completo. Quando o teste é realizado em uma população relativamente saudável, o número de anormalidades clinicamente insignificantes pode exceder o número de resultados que representam a doença. Por esse motivo, organizações profissionais nos Estados Unidos, Reino Unido e Canadá não recomendam o teste de hemograma completo pré-operatório para cirurgias de baixo risco em indivíduos sem condições médicas relevantes. Colheitas de sangue repetidas para testes de hematologia em pacientes hospitalizados podem contribuir para a anemia adquirida no hospital e resultar em transfusões desnecessárias.

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Uso: avaliação da toxicidade ao manganês. A toxicidade pelo manganês ocorre com mineiros, trabalhadores de fundição, soldadores, cerâmica, verniz. Valores aumentados: hepatite aguda, infarto do miocárdio. Valores diminuídos: fenilcetonúria, malformação óssea (alguns pacientes). A deficiência de manganês não é uma ocorrência comum, pois as fontes alimentares preveem uma provisão adequada deste elemento essencial.
Referência: até 10,00 ug/L. *Índice Biológico Máximo Permitido. Método desenvolvido ‘in house’ pelo Alvaro Centro de Análises e Pesquisas Clínicas. Atenção: Novos valores de referência a partir de 07/11/11: Até 8,0 ug/L

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O que é o exame parasitológico de fezes?

O exame parasitológico de fezes (EPF) é a análise laboratorial feita a partir de uma amostra das fezes, buscando detectar a presença de elementos indicativos da existência de vermes no intestino, bem como determinar o seu tipo. Para que seu resultado seja corretamente avaliado é necessário que sejam seguidas as recomendações quanto à coleta, armazenamento e transporte das fezes.

O termo verminose é popularmente usado para descrever a infestação por parasitas; no entanto, o termo mais correto é parasitose, uma vez que os vermes que infestam o intestino em geral são parasitas. O parasita é um ser que só sobrevive em associação com outro, do qual retira sua nutrição, podendo viver fora ou dentro do hospedeiro, espoliando-o de seu alimento. O piolho, a pulga e o carrapato, por exemplo, são parasitas que vivem no exterior do hospedeiro; os agentes causadores da malária e da doença de Chagas são parasitas que habitam o interior do hospedeiro (sangue). Muitos parasitas vivem na luz do intestino humano e a sua existência pode ser detectada pela análise das fezes.

As parasitoses intestinais são próprias de países com más condições de saneamento básico, uma vez que a maioria desses parasitas é transmitida aos homens pelo contato com as fezes das pessoas infectadas (através da água, solo, mãos, alimento etc).

Quais são os tipos de vermes que podem parasitar o intestino humano?

Desde o ponto de vista morfológico pode-se reconhecer dois tipos de parasitas que podem habitar o intestino humano:

Protozoários: compostos por uma única célula (unicelulares), há os que são patogênicos para o homem e os que não causam doenças e, por isso, não precisam ser tratados.

Helmintos: compostos por várias células, de tamanhos variáveis, que vão desde alguns centímetros até alguns metros.

Como os diversos parasitas têm características biológicas diferentes, nem sempre o mesmo tipo de exame é indicado para todos. Para detectar alguns deles, devem ser utilizadas outras técnicas que não o exame parasitológico de fezes. Mesmo em relação ao exame parasitológico das fezes, alguns métodos podem detectar a maioria dos parasitas, mas outros requerem métodos mais específicos.

Além de pedir um exame de fezes, seu médico deve também indicar a técnica desejada, de acordo com suas suspeitas clínicas. Por outro lado, para maior garantia dos resultados, o exame deve ser feito em pelo menos três amostras de fezes, coletadas em dias diferentes, visto que um resultado negativo em uma só amostra não garante a inexistência de vermes, haja vista que ela é só uma pequena parcela das fezes totais e que a infestação pode ser de pequena intensidade.

Como é feito o exame parasitológico de fezes?

O exame parte de uma ou mais amostras de fezes, de preferência colhidas pela manhã. O jeito mais cômodo de colher essas amostras é evacuar sobre um papel ou plástico secos e transferir uma porção das fezes (meia colher de sopa é o bastante) para o pote coletor que os laboratórios geralmente fornecem, com a colherzinha que normalmente vem dentro dele, o qual deve ser bem protegido e refrigerado, se houver demora em levá-lo ao laboratório.

Em alguns casos, o médico pode pedir que sejam colhidas três amostras de fezes, em dias diferentes, preferencialmente com intervalos de 2 a 3 dias. Nesses casos, o laboratório deve fornecer um frasco com o líquido MIF (Merthiolate-Iodo-Formol), que serve para coletar as amostras (que podem ou não serem acumuladas no mesmo frasco) e mantê-las utilizáveis pelo tempo necessário.

Existem vários métodos laboratoriais de preparação do material. Um exame macroscópio pode ser feito através da tamização (peneiração, coação) de uma solução contendo as fezes, que retém alguns elementos patógenos, mas geralmente elas terminam por serem submetidas também a um exame microscópio, mediante preparações adequadas.

Não é necessário jejum. A ingestão de carnes vermelhas e mal passadas deve ser evitada no dia anterior ao exame, já que podem ser confundidas com a presença de sangue oculto nas fezes.

Se as fezes estiverem líquidas (diarreicas), devem ser colhidas em soluções especiais, geralmente fornecidas também pelos laboratórios de análise, para serem submetidas a técnicas especiais de avaliação.

As amostras de fezes devem ser examinadas o mais rápido possível, mas se não puderem ser prontamente levadas ao laboratório o pote coletor deve ser envolvido em plástico, mantido refrigerado (no máximo por 12 horas) ou as fezes devem ser conservadas em soluções especiais, fornecidas pelos laboratórios de análise.

Os pacientes não devem estar em uso de laxantes ou terem sido submetidos a exames de contrastes radiológicos nos três dias anteriores à coleta, bem como devem evitar o uso de antiparasitários e antibióticos nas últimas três semanas ou de antidiarreicos e anti-inflamatórios nas últimas 72 horas. Outros medicamentos que devem ser evitados na medida do possível são os compostos de bismuto, os óleos minerais, os antiácidos, os iodetos, o kaolim, o ferro e o magnésio.

Quais os possíveis resultados de um exame parasitológico de fezes?

O exame macroscópico das fezes deve preceder o exame microscópico. Além de poder contar com indicadores da presença de vermes (proglotes ou parasitas adultos), ele também fornece informações quanto a consistência, cor e odor das fezes, presença ou não de sangue ou muco, etc.

Nem sempre o parasita existente está liberando cistos, ovos ou larvas, porque isso depende do ciclo de reprodução de cada um deles. Daí que o resultado do exame pode ser negativo, mesmo na presença de infecção. A consistência das fezes não interfere na detecção de ovos ou larvas de helmintos.

Nas pessoas que têm intestino preso, não é recomendável o uso de laxantes para realização do exame. Deve-se aguardar pela oportunidade de colher as fezes. Mesmo em caso de se colher três amostras não é necessário que elas sejam colhidas em dias imediatamente consecutivos.

Alguns parasitas podem ser identificados macroscopicamente, como as tênias que eliminam proglotes, os oxiúros que migram para as pregas anais ou os áscaris que podem ser eliminados por inteiro juntamente com as fezes. Outras vezes, como acontece com os helmintos, eles só são identificáveis por meio de ovos ou larvas microscópicos.

As amostra de fezes conservadas em solução MIF (Merthiolate-Iodo-Formol) não necessitam de conservação em geladeira.

Em quadros clínicos compatíveis com amebíase, mas com exame parasitológico de fezes negativo, é recomendável fazer um exame de coloração pela hematoxilina para detectar as formas vegetativas deste parasita.

Em caso de não haver a presença de parasitas, ovos ou larvas na amostra examinada de suas fezes, o resultado do exame virá escrito NEGATIVO. Em caso contrário, virão descrito os nomes dos parasitas encontrados.

 

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O PSA é uma glicoproteína originária na próstata e seu nível elevado na corrente sanguínea é considerado um importante marcador biológico para algumas doenças da próstata, dentre elas o câncer de próstata. Por se tratar de um marcador demasiadamente importante, estudos devem ser conduzidos com intuito de atribuir maior acurácia diagnóstica ao mesmo.
O objetivo desse estudo é analisar os valores de PSA livre, PSA total e relação PSA livre/PSA total dos pacientes atendidos no Laboratório Microrregional de Brasília de Minas – MG. Os dados foram coletados a partir dos arquivos informatizados do laboratório onde foram analisados 1008 pacientes no período de julho de 2011 a fevereiro de 2013. Em relação aos valores de PSA total, 816 pacientes (81%) apresentaram valores de PSA inferior a 4,0 ng/mL, 135 pacientes (13,4%) com valores de 4,0 a 10,0 ng/mL e 57 (5,7%) portavam valores superiores a 10,0 ng/mL, sendo que todos os pacientes tinham idade acima de 40 anos.
Aplicando os cutt-off de 0,15 e 0,25 aos valores de PSA de 4,0 a 10,0 ng/mL para avaliar a necessidade ou não de biópsia prostática, verificou se que 26% dos pacientes estavam entre estes dois pontos de corte, o que representa 34 pacientes. Em conclusão, pode-se inferir que o cutt-off de 0,15 é mais indicado para evitar biópsias desnecessárias, no entanto, faz se necessário a realização de estudos longitudinais para definir o ponto de corte mais seguro.

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O PSA é uma glicoproteína originária na próstata e seu nível elevado na corrente sanguínea é considerado um importante marcador biológico para algumas doenças da próstata, dentre elas o câncer de próstata. Por se tratar de um marcador demasiadamente importante, estudos devem ser conduzidos com intuito de atribuir maior acurácia diagnóstica ao mesmo.
O objetivo desse estudo é analisar os valores de PSA livre, PSA total e relação PSA livre/PSA total dos pacientes atendidos no Laboratório Microrregional de Brasília de Minas – MG. Os dados foram coletados a partir dos arquivos informatizados do laboratório onde foram analisados 1008 pacientes no período de julho de 2011 a fevereiro de 2013. Em relação aos valores de PSA total, 816 pacientes (81%) apresentaram valores de PSA inferior a 4,0 ng/mL, 135 pacientes (13,4%) com valores de 4,0 a 10,0 ng/mL e 57 (5,7%) portavam valores superiores a 10,0 ng/mL, sendo que todos os pacientes tinham idade acima de 40 anos.
Aplicando os cutt-off de 0,15 e 0,25 aos valores de PSA de 4,0 a 10,0 ng/mL para avaliar a necessidade ou não de biópsia prostática, verificou se que 26% dos pacientes estavam entre estes dois pontos de corte, o que representa 34 pacientes. Em conclusão, pode-se inferir que o cutt-off de 0,15 é mais indicado para evitar biópsias desnecessárias, no entanto, faz se necessário a realização de estudos longitudinais para definir o ponto de corte mais seguro.

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O exame de TGO é usado principalmente para verificar danos no fígado. Ele avalia os níveis da enzima transaminase glutâmico oxalacética (TGO) no sangue. A enzima TGO é encontrada em diversas células do corpo – as maiores concentrações estão no coração e rins, mas a enzima também é produzida no fígado e músculos. Em indivíduos saudáveis, os níveis de TGO no sangue são baixos. Quando o fígado está danificado essas quantidades sobem. Comumente, o exame é pedido em conjunto com o exame de transaminase glutâmico pirúvica (TGP). Isso porque as duas enzimas são encontradas no fígado e ficam elevadas quando as células do órgão estão danificadas. A comparação das quantidades de TGO e TGP é útil para encontrar a causa de dano hepático ou entender que os altos níveis de TGO se dão por outro problema, como dano cardíaco ou muscular.

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O que é
É um exame que analisa os níveis da enzima transaminase glutâmico pirúvica (TGP), também chamada de ALT (alanina aminotransferase). Ela é encontrada praticamente apenas em células do fígado, portanto, é mais específica do que a enzima TGO, que pode ser encontrada também em outros órgãos do corpo.
Para que serve
Serve para investigação das funções hepáticas e de hepatites virais, cirrose, insuficiência cardíaca, isquemia do fígado e câncer do fígado. Seu nível também é alterado em caso de uso exagerado de bebidas alcoólicas, drogas e remédios.
Como é feito
Uma amostra de sangue é coletada da veia do braço da pessoa.
Preparo
Necessário jejum de oito horas.
Valores de referência
Mulheres: até 31 U/l.
Homens: até 41 U/l.

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A análise de cabelo determina a presença de vestígios de drogas localizadas no interior de seus fios. O processo analítico detecta drogas e metabólitos que foram absorvidos e permanecem fixos no cabelo meses após o consumo. Tanto o cabelo como o pelo corporal crescem cerca de 1 cm por mês. Isto significa que uma amostra de 3 cm de comprimento, por exemplo, representa um período de aproximadamente 3 meses. Logo, uma amostra de cabelo de 12 cm representa um perfil de uso de 12 meses.
Em comparação com amostras de urina e saliva somente amostras de cabelo são capazes de determinar o uso de drogas por um período de meses ou anos.
• Como a droga migra para o cabelo
As substâncias se depositam no cabelo de várias maneiras, principalmente através da corrente sanguínea, mas também pode ocorrer através da transpiração e da oleosidade da pele.
Foliculo Port
Cada folículo de cabelo tem seu próprio suprimento de sangue. À medida que o cabelo cresce, drogas e metabólitos são incorporados na porção interna do cabelo, conhecida como córtex e lá permanecem fixas.
• Cálculo do período de detecção
O cabelo cresce cerca de 1 cm por mês, com uma variação de 0,7 a 1,5 cm. Assim, a análise de segmento de um centímetro de comprimento fornece um perfil integrado do uso de drogas ao longo de um período de um mês. Demora cerca de 5 a 6 dias para que o cabelo cresça da raiz para aparecer acima do couro cabeludo e, portanto, estar disponível para a detecção. À medida que o cabelo cresce e novas doses de drogas são ingeridas, o cabelo passa a funcionar como uma caixa-preta, registrando a história de consumo (ou abstinência) de drogas. Este atributo faz com que o principal benefício da análise de cabelo seja mostrar uma tendência do hábito de uso de drogas.
• O que podemos analisar quando não existe cabelo?
O exame de cabelo (queratina) também pode ser feito com amostras de pelos de qualquer parte do corpo, como pelos das pernas, dos braços, das axilas, do peito e outros. O cálculo do período de detecção para amostra de pelo é diferente do cabelo devido à sua fisiologia. O período de detecção do pelo é de 2 a 3 vezes maior que o cabelo. Por exemplo, para uma amostra de pelo ser representativa a um período aproximado de um ano, ela teria que ter, pelo menos, 4 cm de comprimento.
• Por que a análise de cabelo é mais eficaz do que outros testes para drogas?
A análise de drogas em cabelo oferece um histórico confiável do consumo de drogas ao possibilitar o conhecimento do perfil do uso por um longo período de tempo.
• Quando comparado a outros testes de drogas, o cabelo oferece:
Período de detecção longo: um segmento de cabelo medindo 3 cm, o indivíduo teria que se abster do uso de drogas por, pelo menos, 3 meses para a análise do cabelo se tornar negativa, em contraste a uma semana de abstenção no caso da amostra usada ser urina. Coleta fácil e não constrangedora, em contraposição à coleta de urina que deve ser sempre testemunhada.
Mínimo risco de adulteração!
Resultados com maior sensibilidade: maior índice de detecções positivas do que o exame de urina!

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Triglicérides, ou triglicerídeos, advém das gorduras que consumimos em nossa alimentação.  Bioquimicamente, são estruturas complexas mas o raciocínio por detrás destes é razoavelmente simples. Primeiramente, triglicérides e colesterol são moléculas separadas, de origem bioquímica distinta que participam de um mesmo processo. As semelhanças param por aí. Os triglicérides são basicamente a energia bruta que consumimos ao longo de nossa vida, e portanto, muito mais ligados a nossa qualidade de alimentação quanto pensamos. Toda a gordura que consumimos, dos óleos vegetais a presente nas carnes vermelhas tem estrutura química similar. Um radical, chamado de R, e um final ácido chamado de COOH. Como todos sabemos, a gordura não se dissolve em água, correto? Portanto, precisamos de algo que permita que a gordura que consumimos passe livremente pelo sangue que é composto de 70% de água. O glicerol que é o mesmo visto em sabonetes à base de glicerina, é um álcool que reage bem com a nossa gordura consumida. Portanto, quando três moléculas de gordura reagem com uma molécula de glicerol em nosso intestino (que é onde nossa gordura é absorvida) o que nós temos? Um TRI-GLICER-ídeo. Simples assim. Desta forma a gordura poderá ser levada pelo sangue mais facilmente. A dosagem de triglicérides significa simplesmente o quanto de gordura temos em nossa circulação, e como disse antes, em sua grande maioria, suas elevações são advindas dos excessos na dieta.

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O exame de ureia é usado principalmente para avaliar a função dos rins. Atualmente, tem sua maior utilidade em clientes renais crônicos, uma vez que o exame de creatinina é mais utilizado para diagnóstico de problemas renais ou mesmo acompanhamento da função renal. Dessa forma, a dosagem sanguínea de ureia é um complemento da dosagem de creatinina. Saber a dosagem de ureia no sangue ajuda a avaliar a função renal porque a ureia é uma substância filtrada pelos rins. Quando nosso organismo quebra as moléculas de proteína que serão direcionadas aos músculos, ele também produz algumas substâncias que não são aproveitadas pelo corpo. Entre essas substâncias estão a ureia e a creatinina. A ureia é um combinado de substâncias como nitrogênio, carbono, hidrogênio e oxigênio.
A ureia então viaja pela corrente sanguínea até os rins, onde será filtrada e eliminada na urina. Quando os rins não estão funcionando bem, a filtragem da ureia é comprometida. Isso quer dizer que boa parte da ureia produzida não será excretada na urina, permanecendo no sangue. Dessa forma, o exame de ureia avalia as quantidades da substância no sangue a fim de investigar possíveis doenças renais.

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O exame VDRL, sigla em inglês de Venereal Disease Research Laboratory é um teste para detecção de pacientes que já tiveram sífilis, uma doença sexualmente transmissível. Quando o teste dá negativo (não reagente), usualmente indica que o paciente nunca teve contato com a bactéria causadora da sífilis, o Treponema pallidum, ou que, tendo já o paciente entrado em contato com a bactéria, o organismo ou o tratamento foram suficientes para eliminá-la.
Entretanto, pode acontecer do paciente estar com sifílis e o teste dar negativo, é o chamado efeito prozona, que acontece quando há um elevado número de anticorpos produzidos pelo organismo durante o estado latente ou secundário da doença. Quando o VDRL é positivo (reagente), usualmente o resultado é mostrado em títulos (1/2;1/8;1/64; 1/128, etc), que reflete a quantidade de antígenos treponêmicos presentes no sangue do paciente (quando maior o denominador, maior a quantidade de antígenos circulantes). Algumas vezes o VDRL é positivo, contudo o paciente não teve contato com o treponema, é o chamado resultado falso positivo, que pode ocorrer em algumas condições, como: mononucleose infecciosa, lúpus eritematoso sistêmico, hepatite A, hanseníase, malária e, ocasionalmente, até a gravidez.
Como o VDRL não é uma exame muito específico para diagnóstico da sífilis, é recomendável a sua análise junto à história e exame clínicos e à coleta de teste treponêmico específico, como o FTA-ABS ou o TPHA, que podem dar resultado positivo ou negativo. Uma vez que o paciente tenha tido contato com o treponema, o teste se manterá positivo o resto da vida, independentemente do tratamento. Faz parte dos exames de pré-natal a coleta do VDRL, associado a teste treponêmico específico, pois a sífilis congênita pode trazer vários prejuízos ao bebê.
Se você apresentar um VDRL positivo, deve procurar um médico infectologista, dermatologista ou ginecologista para melhor avaliação.

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O que é? 
O exame de creatinina é usado para avaliar a função dos rins. A creatinina é um resíduo produzido pela quebra de uma proteína chamada creatina fosfato. A creatina origina-se do metabolismo da creatina. A creatina é produzida no fígado, rins e pâncreas e transportado para o músculo e cérebro, onde sofre um processo de fosforilação e se transforma em creatina fosfato, também conhecido como fosfocreatina. A creatina fosfato constitui-se num composto de elevada reserva energética, sendo essencial no processo de contração muscular. A creatina é uma proteína produzida pelo próprio organismo mas pode também ser obtida por meio dos alimentos ricos em proteína, como carnes e peixes.
Os músculos estão em constante atividade e, portanto, consumindo creatina fosfato. A quebra da creatina fosfato, condição essencial para a contração, dá origem a creatinina. A creatinina é filtrada nos rins e excretada na urina. Assim, quando os rins não estão funcionando adequadamente a filtração da creatinina é comprometida. Isso significa que boa parte da creatinina produzida não será excretada na urina, elevando sua concentração no sangue.
Dessa forma, através da dosagem de creatinina no sangue é possível avaliar se o rim está funcionando adequadamente, bem como investigar possíveis doenças renais. A dosagem da creatinina também pode ser realizada numa amostra de urina, o qual é útil, por exemplo, na determinação da capacidade de filtração renal, também conhecida como exame de depuração da creatinina.

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É obrigatória a avaliação Psicológica para trabalhadores que ocupam cargos em que suas tarefas e atividades são realizadas em espaços confinados,  e ou em altura, respectivamente relacionados a NR33 e NR35 determinadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Também recomendado para serviços da construção naval, movimentação de máquinas de grande portes, gruas, caminhões pesados da mineração. Um determinado colaborador para realizar determinadas tarefas, ou conforme seu cargo e atribuições, a legislação vigente exige do médico coordenador no Planejamento do PCMSO NR7 que seja indicado os seguintes exames especializados ou complementares:
– Eletroencefalograma – Eletrocardiograma – Glicemia – Avaliação Psicossocial
Claro que dependendo de outros riscos existentes no ambiente de trabalho podem ser considerados necessários os exames de avaliação audiólógica ( exames de audiometria na admissão, repetição após 6 meses e conforme o resultado passa ser anual) , assim como exames de prevenção e diagnóstico das vias aéreas respiratórias tais como submeter o colaborador ao exame de raio-x do Tórax OIT e exame de Espirometria para o agente poeira.

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